| Foto: Varginha Net/Transmissão |
02 de março de 2026 - 4 minutos para mebrar
| Foto: Varginha Net/Transmissão |
A Prefeitura de Varginha lembra que nestes sábados haverão coleta de sangue no Posto Avançado de Coleta Externa - PACE (Av. Maria Rezende Braga, 55, Bairro Vila Verde), das 7h às 11h.
A Secretaria Municipal de Saúde ampliou a coleta aos sábados para aumentar o volume de doação, pois muitas pessoas em potencial trabalham durante a semana.
As datas extras da coleta de sangue serão:
28/03
25/04
30/05
27/06
A iniciativa vai melhorar a logística hospitalar com os tipos sanguíneos garantindo a realização das cirurgias, transplantes, atendimentos de emergências e de pacientes com doenças crônicas.
A ampliação de mais um dia de coleta vai propiciar, ainda, a promoção da doação de sangue mais regular.
Siga o instagran do PACE https://www.instagram.com/bancodesanguevarginha/ onde podem ser obtidas várias informações como os dias da coleta (segunda, terça e quarta) e horários (das 7h às 11h30).
O telefone de contato é (35) 99813-9482.
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Imagem captada do vídeo
No último final de semana, a comunidade da Fazendinha, no município de Luminárias, foi surpreendida por um evento climático de grande intensidade. Uma tromba d’água atingiu o alto da serra, na área conhecida como Banco de Pedras, ponto fundamental para a economia local por concentrar a extração da tradicional Pedra São Thomé.
A chuva, inicialmente localizada, ganhou força em poucos minutos. O grande volume de água ultrapassou a capacidade de infiltração do solo e desceu pela encosta com violência. A geografia íngreme da serra contribuiu para acelerar as enxurradas, que formaram quedas d’água improvisadas ao longo do trajeto, deslocando e espalhando pedras que estavam empilhadas na área de trabalho.
Os impactos atingiram diretamente a estrutura utilizada pelas mineradoras. Estradas de acesso e pontes provisórias, essenciais para o transporte da produção, foram danificadas ou levadas pela força da correnteza, comprometendo o escoamento do material.
A atividade de extração da Pedra São Thomé — amplamente empregada na construção civil no Brasil e no exterior pela resistência e apelo estético — precisou ser interrompida. Caminhões e máquinas ficaram impossibilitados de circular devido às condições das vias e ao encharcamento das frentes de corte, gerando prejuízos operacionais e financeiros.
Equipes ainda concentraram esforços na recuperação dos acessos, reconstrução das passagens improvisadas e recolhimento das pedras espalhadas. A expectativa é que as atividades sejam retomadas gradualmente ainda nessa semana com a normalização das condições de tráfego na região.
Com informações do Jornal de Lavras
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Aiatolá Ali Khamenei é morto, 49 anos depois de sua posse
02 de março de 2026 - 4 minutos para saber
*28 de fevereiro de 2026**, marcou um dia de proporções bíblicas. Completam-se **exatos 49 anos** desde 28 de fevereiro de 1977 — e, neste dia preciso, o *Aiatolá Ali Khamenei foi assassinado* em ataques aéreos conjuntos de Israel e EUA, juntamente com vários integrantes de alto escalão de seu governo e caiu como Hamã moderno da Pérsia: o Aiatolá Ali Khamenei foi julgado e removido por Aquele que outrora enforcou Hamã na forca que ele mesmo preparou — exatamente no dia do Jubileu de 49 anos. Este evento dramático acontece exatamente no fim do ciclo de 49 anos e confirma o tempo profético de forma impressionante.
Que haja a publicidade de tudo o que acontece no Supremo, sem sigilos indefinidos
Composição do STF, por ocasião da posse do ministro Edson
Fachin como presidente do Tribunal Foto: Antonio Augusto/STF
Ives Gandra - 02/03/2026 - 5 minutos para saber
Volto a comentar com os amigos leitores a posição do
Instituto dos Advogados de São Paulo (IASP) em relação ao Supremo Tribunal
Federal (STF). Estamos defendendo um código de ética para a Corte, além de uma
Proposta de Emenda à Constituição (PEC) de transparência a ser aprovada pelo
Congresso Nacional.
Por meio dessa proposta, buscamos a publicidade de tudo o
que acontece no Supremo, sem sigilos indefinidos; que as audiências sejam todas
públicas — sem amesquinhar o papel dos advogados nas chamadas sessões virtuais
— e, por fim, que os despachos proferidos monocraticamente sejam julgados, já
na sessão ou semana seguinte, pelo plenário ou pela turma correspondente.
Evidentemente, essa PEC não é um ataque aos ministros do
Supremo Tribunal Federal, o que, aliás, nunca fiz, sempre me opondo a tal
postura. O objetivo é que voltemos a ter um Supremo com respeitabilidade
nacional, para que se perceba, efetivamente, que sua função é ser guardião da
Constituição, não um legislador positivo ou um administrador ad hoc.
Assim, o que o Instituto dos Advogados de São Paulo
(IASP) — a Casa paulista do jurista, que congrega mais de mil juristas de
diversos estados e é palco de debates sobre as grandes questões nacionais desde
1874 — está propondo, em nome de sua tradição, é uma solução efetiva para a
atual crise de credibilidade da Suprema Corte.
É necessário que nossos atuais ministros — que são ótimos
juristas e cuja qualidade reconheço, tendo com muitos deles livros escritos e
participado de bancas de doutoramento — atuem para que a Suprema Corte volte a
ser o que era na época daqueles magistrados que a tornaram a instituição mais
respeitável do Brasil.
Portanto, reitero que não estamos fazendo nenhum ataque
ao Supremo, mas sim agindo em defesa da Instituição, de modo que os ministros
percebam a necessidade de a Corte retomar o prestígio e a confiança que sempre
a caracterizaram.
Nessa esteira, sou contrário ao impeachment de ministros
do Supremo Tribunal Federal. Defendo, contudo, que eles voltem a atuar
estritamente como julgadores, e não como atores políticos, despojando-se de
preferências ideológicas para decidirem exclusivamente à luz de um Direito que
não lhes cabe criar.
Significa dizer que não compete ao STF declarar que o
Poder Legislativo é incapaz de exercer sua função para, a partir de então,
assumir a tarefa de elaborar a lei. É imperativo que respeite as competências
dos demais Poderes, ainda que discorde de suas decisões.
Nesse sentido, destaco um julgamento específico que me
impressionou profundamente pela sua relevância e desdobramentos. Já sob a égide
da Constituição de 1988, discutia-se a demarcação de uma faixa de fronteira
entre os estados do Acre e de Rondônia, tendo por relator do processo o
ministro José Néri da Silveira. Naquela ocasião, fui consultado pelo governo de
Rondônia para elaborar um parecer sobre a questão.
Manifestei-me favoravelmente à tese de Rondônia, com base
no artigo do Ato das Disposições Transitórias, que resultara de um acordo
prévio firmado entre Amazonas, Acre e Rondônia, estabelecendo que aquele
território deveria ser destinado a Rondônia, por força da delimitação de uma
Comissão para isto designada.
Já o ministro Néri entendia que a área deveria permanecer
com o Acre, sob o argumento de que, à data da promulgação da Constituição, a
região estava sob seu domínio.
Contudo, diante da referida previsão constitucional, o
ministro José Néri manifestou-se da seguinte forma: embora mantivesse sua
convicção pessoal a favor do Acre, decidiu em conformidade com o meu parecer, o
qual transcreveu integralmente em sua decisão. Declarou-se, naquele momento, um
“escravo da Constituição”, decidindo em favor do estado de Rondônia, apesar de
entender que seria mais justo o território continuar com o Acre.
Ou seja, mesmo possuindo uma posição pessoal distinta,
preferiu cumprir o texto constitucional do que reescrevê-lo.
É exatamente essa a postura que, em minha opinião, o
Supremo Tribunal Federal deveria adotar de forma permanente. O ministro José
Néri foi, sem dúvida, um exemplo de integridade moral e intelectual na Suprema
Corte e uma das figuras mais notáveis daquele tribunal.
Portanto, o público leitor há de compreender que, ao
defender a posição do IASP e das entidades coirmãs (OAB/SP, AASP, Conselho
Superior de Direito da Fecomercio/SP, entre outras), não me manifesto contra os
ministros — a quem respeito —, mas contra decisões com as quais não concordo
por não estarem baseadas na Constituição.
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Ives Gandra da Silva Martins é professor
emérito das universidades Mackenzie, Unip, Unifieo, UniFMU, do Ciee/O Estado
de São Paulo, das Escolas de Comando e Estado-Maior do Exército (Eceme),
Superior de Guerra (ESG) e da Magistratura do Tribunal Regional Federal da 1ª
Região, professor honorário das Universidades Austral (Argentina), San Martin
de Porres (Peru) e Vasili Goldis (Romênia), doutor honoris causa das
Universidades de Craiova (Romênia) e das PUCs PR e RS, catedrático da
Universidade do Minho (Portugal), presidente do Conselho Superior de Direito
da Fecomercio-SP e ex-presidente da Academia Paulista de Letras (APL) e do
Instituto dos Advogados de São Paulo (Iasp). |
O ex-presidente Jair Bolsonaro comentou a decisão do deputado federal Nikolas Ferreira de não entrar na disputa pelo governo de Minas Gerais em 2026.
De acordo com relatos de interlocutores, durante uma visita do parlamentar à Papudinha, Bolsonaro destacou a postura do aliado, classificando como demonstração de humildade a escolha de não concorrer neste momento. Na conversa, o ex-presidente teria afirmado que “cada coisa acontece no seu tempo”.
Nos bastidores, Nikolas vinha sendo incentivado pelo senador Flávio Bolsonaro a encarar a corrida estadual. A estratégia seria fortalecer o palanque bolsonarista em Minas nas próximas eleições.
Apesar da pressão, o deputado mineiro optou por permanecer na Câmara. Ele avaliou que o cenário ainda não é favorável para assumir o Executivo estadual, especialmente diante da delicada situação fiscal enfrentada por Minas Gerais.
Em declaração no início de fevereiro, Nikolas confirmou que buscará a reeleição ao Congresso e ressaltou a relevância de sua atuação em âmbito nacional. Segundo ele, o grupo político trabalha agora para definir outro nome que represente o campo conservador na disputa pelo governo mineiro.
| Fotografia: Rinaldo Almeida |
Com apenas 3,5 m², o menor posto de gasolina do mundo fica na cidade sul mineira de Itajubá-MG, documentos coonfirmam sua inauguração em 21 de abril de 1955 e foi instalado para abastecer a Sociedade dos Motoristas do Sul de Minas. Conhecido como "Postinho da Rua Nova", operou até 2011 quando foi tombado como patrimônio histórico e passando a ser preservado como um ponto turístico icônico na Rua Dr. João de Azevedo.
O local é mundialmente reconhecido e já foi destaque no Guinness Book como o menor posto de combustível do mundo.
Sua desativação em 2011 aconteceu por não se adequar às novas normas ambientais da FEAM. Hoje é considerado um bem material tombado pelo patrimônio histórico do município e tendo poor llei, sua estrutura original obrigatóriamente preservada.
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