segunda-feira, 25 de maio de 2026

R$ 550 MILHÕES EM OBRAS DE INFRAESTRUTURA RODOVIÁRIA NO SUL DE MINAS: TRECHOS FUNDAMENTAIS PARA O ESCOAMENTO ECONÔMICO DA REGIÃO SERÃO AFETADOS

Ilustração/Reprodução

25 de maio de 2026 - 2 minutos para saber 

O Governo de Minas anunciou mais de R$ 550 milhões em investimentos para obras rodoviárias no Sul de Minas, com destaque para a recuperação da MGC-267, entre Caxambu e a BR-381, considerada atualmente a maior obra rodoviária em execução no estado. O projeto sozinho deve receber cerca de R$ 415 milhões.

O anúncio foi feito pelo governador Mateus Simões durante encontro com prefeitos e lideranças em Varginha, cidade que passou a sediar provisoriamente a administração estadual dentro do programa Governo Presente.

Segundo o governo, os recursos utilizados virão da desestatização da Copasa e serão destinados à melhoria da infraestrutura viária em diversas regiões mineiras. A proposta é acelerar obras aguardadas há anos e fortalecer a integração entre cidades e rodovias federais.

Além da MGC-267, o pacote contempla intervenções em importantes trechos do Sul de Minas, como as rodovias AMG-1010, LMG-868, MG-167, LMG-862, MG-158 e LMG-881, abrangendo municípios como Varginha, Três Pontas, Três Corações, São Tomé das Letras, Itamonte e Alagoa.

O governo também informou que novos projetos rodoviários serão elaborados nos próximos meses, com foco em mobilidade regional e acesso a serviços essenciais, incluindo hospitais.

A expectativa é que as obras melhorem a segurança nas estradas, reduzam o tempo de deslocamento, facilitem o transporte de cargas e impulsionem setores importantes da economia regional, como agronegócio, turismo e logística, além de gerar empregos durante a execução dos serviços.



VARGINHA É CAPITAL DE MINAS ATÉ O DIA 28/05: GOVERNADOR ANUNCIOU UNIDADE DO COLÉGIO TIRADENTES PARA A CIDADE

Reprodução

25 de maio de 2026 - 2 minutos para saber 

Varginha passou a ocupar simbolicamente o posto de capital mineira neste sábado (23), após ato oficial conduzido pelo governador Mateus Simões no Theatro Municipal Capitólio. 

A transferência temporária da sede administrativa faz parte do programa “Governo Presente”, iniciativa criada para aproximar as ações do Estado das cidades do interior. O município permanecerá como centro administrativo de Minas Gerais até a próxima quinta-feira (28).

Durante a solenidade, o governador confirmou a expansão da rede dos Colégios Tiradentes da Polícia Militar no Sul de Minas, com a criação de novas unidades em Varginha e São Lourenço.

O Colégio Tiradentes funcionará na Escola Estadual São Sebastião. Segundo o governo estadual, a medida busca ampliar o acesso dos estudantes a uma rede reconhecida pelo desempenho acadêmico, disciplina e estrutura de segurança educacional.

A ampliação das unidades integra o planejamento do Governo de Minas para fortalecer o ensino público em diferentes regiões do estado. Atualmente, a rede do Colégio Tiradentes conta com 30 unidades e aproximadamente 24 mil alunos matriculados. Com os novos anúncios, Minas Gerais chega à confirmação de 14 novas escolas dentro do projeto de expansão. 

PLANO LOCAL DE AÇÃO CLIMÁTICA: VARGINHA PUBLICA ESTRATÉGIA OFICIAL DE ENFRENTAMENTO


25 de maio de 2026 - 2 minutos para saber

Será oficialmente lançado o Plano Local de Ação Climática de Varginha. instrumento estratégico de planejamento e monitoramento que orienta a adaptação do território às mudanças do clima, sempre com a participação ativa da comunidade. 

Foi aplicada a metodologia Climativa, elaborada pela UFMG, em parceria com a Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável e a Embaixada da França. 

Esse plano sistematizou ações sugeridas pela população, que participou ativamente das oficinas e através do aplicativo disponibilizado. Contou ainda com parceiros locais, Unifal campus de Varginha e CEFET, nas etapas diagnósticas e comunitárias.

A partir do seu lançamento e implementação, as ações executivas, de acompanhamento e de monitoramento vão orientar o governo municipal no planejamento e na adaptação do território com foco na mitigação das emissões de gases de efeito estufa e na adaptação às consequências já evidentes das mudanças climáticas como eventos climáticos extremos e variações no regime de chuvas. 

Além disso, visa promover o desenvolvimento sustentável e a resiliência das comunidades, considerando as especificidades econômicas, sociais e ambientais de cada região.

“Se você se interessa por uma Varginha com mais qualidade de vida para todos(as), venha presenciar esse momento e mostrar seu apoio ao Plano Local de Ação Climática”, convida o prefeito Leonardo Ciacci. 

Serviço:

- Dia: 28 de maio – quinta-feira

- Horário: 19h

- Local: auditório da Unifal – Av. Celina Ottoni, 4000

COM ASCOM/PMV

PROMOÇÃO ELEITOREIRA: ‘TAXA DAS BLUSINHAS’ VOLTA EM 2027 COM NOVO IMPOSTO

Reprodução/Ilustração

25 de maio de 2026 - 2 minutos para saber

O governo federal acabou com a cobrança do imposto de importação de 20% sobre compras internacionais de até US$ 50, medida que havia ficado conhecida como “taxa das blusinhas” e que foi criada durante a gestão Lula. A revogação entrou em vigor em 12 de maio.

Apesar disso, as compras em sites estrangeiros continuarão sujeitas ao ICMS estadual, cuja alíquota varia entre 17% e 20%, conforme o estado. Além disso, a reforma tributária prevê que, a partir de janeiro de 2027, essas importações também passarão a pagar a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços), novo tributo federal que substituirá impostos atuais. A alíquota estimada da CBS pode ficar em torno de 9%.

O texto da reforma não incluiu compras internacionais na lista de exceções tributárias, mantendo a cobrança sobre produtos importados de pequeno valor. Segundo o governo, a medida segue uma tendência internacional, já adotada por países como Estados Unidos, Reino Unido e membros da União Europeia, que vêm aumentando a tributação sobre compras online estrangeiras, especialmente diante do crescimento de plataformas asiáticas de comércio eletrônico.

sábado, 23 de maio de 2026

LIDERANÇAS DO GRUPO UNIS CONSOLIDAM PARCERIAS GLOBAIS NO XI CONGRESSO INTERNACIONAL DA REDE ACINNET EM PORTUGAL


Realizado no Politécnico de Santarém, o evento reuniu instituições de diversos continentes para debater inovação e cooperação acadêmica.

O Grupo Unis encerrou com chave de ouro sua semana de presença estratégica pelo continente europeu com a participação ativa no XI Congresso Internacional da Rede ACINNET, sediado pelo Instituto Politécnico de Santarém, em Portugal. O evento consolidou o papel de liderança da instituição mineira na articulação de convênios internacionais e no fomento à inovação acadêmica global.

Como uma das instituições fundadoras da Rede ACINNET, que conecta universidades da Europa, América do Sul e África, o Grupo Unis subiu no palco do congresso para debater o futuro da educação superior. Ao longo das sessões de trabalho, a comitiva brasileira participou de painéis focados em internacionalização, inclusão no ensino superior, transformação digital e o impacto da inteligência artificial na formação dos profissionais do futuro.

Paralelamente às atividades científicas do congresso, o Reitor Felipe Flausino conduziu encontros de alto nível para a renovação e ampliação de convênios estratégicos de mobilidade e cooperação técnica. As agendas visam expandir as fronteiras de atuação para os novos cursos da instituição, como Medicina e Direito, além de fortalecer as parcerias históricas de dupla titulação que o grupo mantém em solo europeu.

Para o Reitor Felipe Flausino, a presença da instituição em fóruns desse gabarito reflete a maturidade da gestão. "A Rede ACINNET é uma prova de que a educação de excelência se faz em rede, somando inteligências de múltiplos países. Participar deste congresso em Santarém e liderar essas discussões nos permite trazer para o Sul de Minas o que há de mais avançado em termos de práticas educacionais e conexão com o mercado global, garantindo oportunidades únicas para nossos alunos e professores", destacou o Reitor.

A delegação do Grupo Unis em Portugal foi composta pelo Reitor Felipe Flausino, pelo Chefe de Gabinete, Rodrigo Faria, e pela Coordenadora de Internacionalização, Pesquisa e Extensão, Ana Amélia Furtado de Oliveira, evidenciando o peso institucional e o compromisso da governança com a internacionalização da marca.

Publicação: https://blog.unis.edu.br/noticias/lideran%C3%A7as-do-grupo-unis-consolidam-parcerias-globais-no-xi-congresso-internacional-da-rede-acinnet-em-portugal

sexta-feira, 22 de maio de 2026

O CONVITE DE TRUMP A FLÁVIO PARA A CASA BRANCA: TODA CENSURA SERÁ DURAMENTE CENSURADA!


22 de maio de 2026 - 4 minutos para saber

HÁ NO STF VIUVINHAS DE STALIN E HERDEIROS ESPIRITUAIS DE LAVRENTI BERIA? SE HOUVER, TERÃO MUITO COM QUE SE PREOCUPAR.

Havia aqui uma crença de alguns em que interesses isoladamente eleitorais (midterm election) demarcavam a conduta de Trump mais do que uma visão geopolítica. Nesse contexto, o preço da carne e o preço da gasolina o pautariam. E na política exterior, Trump cederia em tudo frente à questão das terras raras, porém de modo inferiorizado às midterms.
Quem pensa assim não entende que Trump voltou à presidência depois de longos anos de maturação para entender o que ocorreu contra si, divisando perfeitamente a diferença entre o poder verdadeiro e o cargo, como bem dizia Olavo de Carvalho a respeito de Bolsonaro.
É claro, se aquilo que é gestante da mentalidade geral esta capitaneado por instituições aparelhadas, o poder se distancia muito da mera investidura de cargo, pois, poder é o que domina, não o que é meramente operacional.
Trump entendeu que a liberdade de expressão sustenta o Poder americano mais do que tudo, tanto é que seus inimigos buscam acabar com ela para poder se impor nos diversos países.
A exportação de democracia constitutiva da Pax Americana, o melhor período já desfrutado pela humanidade quanto à liberdade foi interrompida pela apropriação das democracias, justamente por meio dos próprios instrumentos democráticos na medida em que a esquerda, islâmicos e o globalismo chinês usurparam o Ocidente por dentro tomando conta do mainstream a partir das universidades e de aí se estendendo à mídia, à intelectualidade, finalmente aos políticos e de todos os setores que industriam o pensamento.
Nesse conjunto mental foi ensinando o autodesprezo de uma civilização, que passou a atacar quem a defendia, num processo autofágico suicida; uma vez fortalecido logo passou-se à censura como longa manus desse ataque, tendo, nos países democráticos, a falsa bandeira de defesa da democracia.
Por isso mesmo, Trump entendeu muito bem, contando com a epicêntrica ajuda de Elon Musk, que deveria restaurar a liberdade no Ocidente e celebrar a civilização ocidental para preservar o próprio poder americano, pois, caso contrário, cada vez menos os EUA poderiam projetar poder devido a essa tomada de espaços antes democráticos, por esses inimigos internos em todos os países, e mesmo nos EUA. Como um gigante, Trump tomou para si tarefa de deter o fim dos Estados Unidos.
Trump tratou de garantir as terras raras como elemento imprescindível para a supremacia tecnológica, criou o Escudo das Américas, porém parecia, pelo menos para mim, muito estúpido que feito isso ele voltasse ao modelo anterior de deixar prosperar essa degradação democrática com a China por aqui e todo o festejo totalitário, em mais uma concessão da democracia americana aos inimigos.
Muito bem, quando retirou as sanções da Magnitisky sobre Moraes fez tal concessão em troca das terras raras, dada a prioridade da segurança nacional. Mas não abandonou o seu projeto como um todo, como prova esse convite a Flávio. Pela primeira vez, um candidato é convidado à Casa Branca isso não significa pouco.
Lula foi ao seu encontro pensando que tratava com um imbecil que trocaria essa sua visão civilizacional por acordos comerciais com quem odeia os americanos e se posiciona ao lado do eixo eurasiano totalitário.
Neste diapasão, a presunção de superioridade da esquerda cultivada desde as universidades se tornou a sua própria prisão mental, pois, de pensar que somente ela tem ideais enquanto outros só fazem negócios, acreditou que qualquer vantagem econômica suborna o Ocidente, tratando a direita como esvaziada de uma ideia de mundo que fosse perseguida além dos resultados do lucro. Foi assim que os irmãos Batista Wandercraisson, da JBS, pensaram ingressar no santuário do capitalismo, reduzindo tudo a negócios, pelo que alguns tolos conceberam que eles, como doadores de dinheiro para festas e filmes sobre Melania, adquiriam o passaporte para reger a política americana tal como fizeram com a distribuição de propinas no Brasil. Pois erraram feio, e eis que os irmãos Wandercraisson estão agora com a lei antitruste como uma espada de Dâmocles pendente sobre suas cabeças.
Enquanto isso, por efeito dessa nostalgia romântica do anti-imperialismo norte-americano, na lógica da "Guerra Fria", Lula desatou a falar como Matraca-trica contra o dólar, apoiar o Estado Terrorista do Irã, Maduro e ainda preservar o crime organizado contra a classificação de narcoterrorista, verbalizando um panfleto anti-hegemônico e achando que Trump "estava no papo" com simplesmente dar-lhe em troca um brinquedo, como as terras raras, ou seja, acreditando que havia colonizado a suposta venalidade comercial de Trump. Fê-lo como qualquer professor idiota de universidade que se sente um gigante intelectual contra qualquer representante do capitalismo.
Todos nós ficamos, no entanto, hesitantes sobre o que existia, ou seja, se era Trump um mero comerciante cego,ou o grande estadista que se desenhava nesse contexto; mesmo entre aqueles que discerniam todas essas coisas, alguns chegaram a acreditar, o que é hilário, que os irmãos Wandercreisson teriam subjugado a fera com 5 milhões de dólares de doação para a festa da posse.
Compreensível, pois Trump usa sempre palavras melífluas para o elogio a todos, faz a mise-en-scène diplomática como poucos. Seria capaz de receber Hitler no Salão Oval, elogiá-lo como um homem muito inteligente e no dia seguinte lançar 5 bombas atômicas sobre a Alemanha nazista.
Sucede que justamente agora, com essa crise de Flávio já superada, quando Lula começa a soltar seus fogos de artifício da censura, Trump o convida para a Casa Branca.
Para mim, não poderia ficar mais claro que Trump não abandonou sua linha, que está de olho na supressão das liberdades por aqui, e que não vai ser nada fácil engendrar a censura como algumas viuvinhas de Stalin estão pensando.
É sempre surpreendente, mesmo para quem conhece a decadência ocidental, ver como é que nós podemos ter uma Suprema Corte composta por 11 seres da superfície, que sejam tão alheios a todo esse contexto civilizacional, capazes de secundar esse extravio político.
Como advogado e conhecedor do meio jurídico, sempre vi os grandes juristas serem essencialmente conservadores, isto, comprometidos com a matriz civilizatória que formou o ordenamento jurídico entendendo que a Constuição é como o barco de Teseu, cujas madeiras são todas trocadas mas a forma arquetípica é preservada.
É mesmo estarrecedor ver uma tal gama de pessoas despreparadas e capturadas pela agenda, perdendo a forma originária do continuísmo constitucional do Barco de Teseu chegou na cúspide. Só sei que se entre esses juízes supremos houver viuvinhas de Stalin e herdeiros espirituais de Lavrenti Beria, eles poderão ter muito com que se preocupar, porque, certamente, com Trump, toda censura será duramente censurada!
Felix Soibelman

quarta-feira, 20 de maio de 2026

LULA REGULA "#CENSURA" AS REDES POR DECRETO — EM ANO ELEITORAL, A COINCIDÊNCIA NÃO É ACIDENTAL

Reprodução/Ilustração

20 de maio de 2026 - 3 minutos para saber


Lula assinou nesta quarta-feira dois decretos que ampliam a regulamentação das redes sociais no Brasil.
A embalagem é impecável: proteção de mulheres contra deepfakes, combate a golpes, bloqueio de conteúdo terrorista. Nenhum cidadão de boa-fé é contra essas medidas — e é exatamente por isso que servem de invólucro para o que realmente importa ao Planalto: ampliar o poder estatal sobre o debate público em ano eleitoral.
O problema é o que os decretos constroem institucionalmente. Plataformas responsabilizadas por "falhas recorrentes" criam incentivo estrutural para remoção preventiva de conteúdo: melhor tirar do ar do que arriscar responsabilização penal.
Quem define o que é "falha recorrente"? O governo. Quem fiscaliza? O governo. Quem aciona a responsabilização? O governo — em ano eleitoral, com oposição ativa nas redes.
O próprio STF reconheceu que a legislação definitiva deve partir do Congresso. Lula ignorou o Congresso e foi pelo decreto.
Os reflexos práticos serão significativos. Meta, Google, X e TikTok, obrigadas a armazenar dados de anunciantes e responsabilizadas penalmente por anúncios fraudulentos, tenderão a remover conteúdo preventivamente, encarecer a publicidade digital e migrar o problema para canais menos visíveis — enquanto o governo ganha ferramenta para pressionar plataformas a silenciar vozes incômodas.
As plataformas já anunciaram que recorrerão. O embate jurídico se arrastará até o fim de 2026 — coincidindo com o calendário eleitoral.
O timing é a prova mais eloquente da intenção real. Esses decretos entram em vigor 48 horas depois de o #INTERCEPT publicar vazamentos ilegais de inquérito sigiloso que circularam livremente nas redes sem nenhuma intervenção governamental. O governo que não moveu um dedo contra o crime do Intercept regula as redes no dia seguinte. A censura pode trocar de mãos — mas o resultado para a democracia será o mesmo.

PROJETO DE LEI PODE ACABAR COM VEREADORES EM CIDADES PEQUENAS DO BRASIL: SALÁRIO FIXO SERIA TROCADO POR AJUDA DE CUSTO POR SESSÃO


Proposta em debate prevê mudar o modelo dos vereadores em cidades com até 30 mil habitantes e acabar com salário fixo.
Proposta prevê mudar o modelo dos vereadores em cidades 'pequenas' e acabar com salário fixo.

Uma proposta que começa a ganhar espaço na Câmara dos Deputados pretende alterar a forma de atuação dos vereadores em municípios de pequeno porte no Brasil. A ideia prevê que parlamentares de cidades com até 30 mil habitantes deixem de receber salário fixo e passem a atuar como conselheiros, recebendo apenas ajuda de custo por sessão realizada.

A iniciativa é do deputado federal Amom Mandel, que informou que apresentará nos próximos dias uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) tratando do tema. Segundo ele, entre 20 e 30 parlamentares já demonstraram apoio ao texto, embora sejam necessárias ao menos 171 assinaturas para que a proposta comece a tramitar oficialmente na Câmara.

Pelo modelo defendido pelo deputado, as câmaras municipais de cidades menores deixariam de operar com remuneração mensal fixa aos vereadores. Em vez disso, os representantes receberiam valores vinculados à participação nas sessões legislativas. Amom afirma que a mudança pode ampliar a fiscalização do trabalho parlamentar e fortalecer a representatividade das minorias dentro do Legislativo.

O parlamentar também declarou que pretende discutir mudanças em outras estruturas legislativas, incluindo regras internas da própria Câmara dos Deputados. Entre os pontos defendidos está a alteração no sistema de repasse de recursos públicos, com transferências automáticas, sem necessidade de avaliação do Poder Executivo.

As declarações de Amom Mandel sobre o funcionamento do Legislativo provocaram repercussão política. Ex-vereador de Manaus entre 2021 e 2023, ele afirmou recentemente que descobriu, ao assumir o cargo, que “vereador e merda são a mesma coisa”. O deputado também comparou a atuação de deputados federais à de vereadores, o que gerou críticas de parlamentares do Amazonas e debates nas redes sociais.

A proposta reacendeu a discussão sobre os custos e o modelo de funcionamento das câmaras municipais, especialmente em cidades pequenas, onde frequentemente há questionamentos sobre gastos públicos e estrutura administrativa do Legislativo local.

A IMPRESSIONANTE HISTÓRIA DO COSMONAUTA SOVIÉTICO QUE FOI “ESQUECIDO” NO ESPAÇO: SERGEI KRIKALEV FOI LANÇADO EM MAIO DE 1991

A impressionante história do cosmonauta soviético que passou 35 anos “esquecido” no espaço até ser salvo por alemães

REPRODUÇÃO TBN/Sergei Krikalev – Foto: Creative Commons

Há 35 anos, o cosmonauta Sergei Krikalev partia para uma missão comum da União Soviética, mas voltou à Terra em um cenário completamente diferente: o país que o enviou ao espaço simplesmente deixou de existir.

Quem foi o cosmonauta que ficou “preso” no espaço?

Em 19 de maio de 1991, Sergei Krikalev embarcou na nave Soyuz TM-12 rumo à estação espacial Mir. O engenheiro de voo já era considerado um astronauta experiente e participava de mais uma missão soviética aparentemente rotineira.

Naquele momento, porém, a União Soviética atravessava uma das maiores crises políticas de sua história. Enquanto Krikalev orbitava a Terra, o país caminhava rapidamente para o colapso definitivo.

Por que a missão espacial demorou muito mais do que o previsto?

Inicialmente, a estadia do cosmonauta deveria durar apenas alguns meses. Porém, mudanças operacionais fizeram com que ele aceitasse prolongar sua permanência na estação espacial.

Com cortes em voos planejados e problemas financeiros no programa espacial soviético, o retorno acabou sendo adiado repetidas vezes. Sem tripulação substituta disponível, Krikalev permaneceu em órbita muito além do cronograma original.

O fim da União Soviética mudou a vida do astronauta

Enquanto realizava experimentos e trabalhos técnicos na estação Mir, Krikalev acompanhava de longe a dissolução da União Soviética. O país enfrentava instabilidade econômica, disputas políticas e falta de recursos.

Quando finalmente retornou à Terra, em março de 1992, o cosmonauta já não era mais cidadão do mesmo país que o havia lançado ao espaço. Por isso, ele passou a ser chamado de “o último cidadão soviético”.

Como a Alemanha ajudou no retorno de Krikalev?

A missão só foi encerrada em 25 de março de 1992. Na época, a Alemanha financiou parte da operação espacial ao pagar cerca de US$ 24 milhões para enviar o astronauta Klaus-Dietrich Flade à estação Mir.

O piloto alemão retornou ao planeta junto de Krikalev, encerrando uma das histórias mais curiosas da corrida espacial moderna. O episódio virou símbolo do caos vivido pela antiga potência soviética naquele período.

Quais os números impressionantes da jornada espacial?

A longa permanência de Krikalev no espaço transformou o cosmonauta em um dos astronautas mais experientes de sua geração. Ao longo da carreira, ele participou de missões históricas e acumulou recordes importantes. Entre os principais feitos de Sergei Krikalev, estão:

Mais de um ano e cinco meses acumulados no espaço
Participação na primeira montagem da Estação Espacial Internacional
Missão conjunta entre Estados Unidos e Rússia
Títulos de Herói da Rússia e Herói da União Soviética
Qual o legado do cosmonauta soviético?

Mesmo após enfrentar meses extras no espaço e a queda de sua nação, Krikalev continuou ligado à exploração espacial. O cosmonauta se tornou uma figura importante na cooperação internacional entre russos e americanos.

Décadas depois, sua história ainda impressiona por unir ciência, política e sobrevivência em uma mesma missão. O astronauta que saiu da Terra como cidadão soviético voltou para um mundo completamente diferente.

Com informações de TBN