22 de maio de 2026 - 4 minutos para saber
HÁ NO STF VIUVINHAS DE STALIN E HERDEIROS ESPIRITUAIS DE LAVRENTI BERIA? SE HOUVER, TERÃO MUITO COM QUE SE PREOCUPAR.
HÁ NO STF VIUVINHAS DE STALIN E HERDEIROS ESPIRITUAIS DE LAVRENTI BERIA? SE HOUVER, TERÃO MUITO COM QUE SE PREOCUPAR.
| Reprodução/Ilustração |


REPRODUÇÃO TBN/Sergei Krikalev – Foto: Creative Commons
Há 35 anos, o cosmonauta Sergei Krikalev partia para uma missão comum da União Soviética, mas voltou à Terra em um cenário completamente diferente: o país que o enviou ao espaço simplesmente deixou de existir.
Quem foi o cosmonauta que ficou “preso” no espaço?
Em 19 de maio de 1991, Sergei Krikalev embarcou na nave Soyuz TM-12 rumo à estação espacial Mir. O engenheiro de voo já era considerado um astronauta experiente e participava de mais uma missão soviética aparentemente rotineira.
Naquele momento, porém, a União Soviética atravessava uma das maiores crises políticas de sua história. Enquanto Krikalev orbitava a Terra, o país caminhava rapidamente para o colapso definitivo.
Por que a missão espacial demorou muito mais do que o previsto?
Inicialmente, a estadia do cosmonauta deveria durar apenas alguns meses. Porém, mudanças operacionais fizeram com que ele aceitasse prolongar sua permanência na estação espacial.
Com cortes em voos planejados e problemas financeiros no programa espacial soviético, o retorno acabou sendo adiado repetidas vezes. Sem tripulação substituta disponível, Krikalev permaneceu em órbita muito além do cronograma original.
O fim da União Soviética mudou a vida do astronauta
Enquanto realizava experimentos e trabalhos técnicos na estação Mir, Krikalev acompanhava de longe a dissolução da União Soviética. O país enfrentava instabilidade econômica, disputas políticas e falta de recursos.
Quando finalmente retornou à Terra, em março de 1992, o cosmonauta já não era mais cidadão do mesmo país que o havia lançado ao espaço. Por isso, ele passou a ser chamado de “o último cidadão soviético”.
Como a Alemanha ajudou no retorno de Krikalev?
A missão só foi encerrada em 25 de março de 1992. Na época, a Alemanha financiou parte da operação espacial ao pagar cerca de US$ 24 milhões para enviar o astronauta Klaus-Dietrich Flade à estação Mir.
O piloto alemão retornou ao planeta junto de Krikalev, encerrando uma das histórias mais curiosas da corrida espacial moderna. O episódio virou símbolo do caos vivido pela antiga potência soviética naquele período.
Quais os números impressionantes da jornada espacial?
A longa permanência de Krikalev no espaço transformou o cosmonauta em um dos astronautas mais experientes de sua geração. Ao longo da carreira, ele participou de missões históricas e acumulou recordes importantes. Entre os principais feitos de Sergei Krikalev, estão:
Mais de um ano e cinco meses acumulados no espaço
Participação na primeira montagem da Estação Espacial Internacional
Missão conjunta entre Estados Unidos e Rússia
Títulos de Herói da Rússia e Herói da União Soviética
Qual o legado do cosmonauta soviético?
Mesmo após enfrentar meses extras no espaço e a queda de sua nação, Krikalev continuou ligado à exploração espacial. O cosmonauta se tornou uma figura importante na cooperação internacional entre russos e americanos.
Décadas depois, sua história ainda impressiona por unir ciência, política e sobrevivência em uma mesma missão. O astronauta que saiu da Terra como cidadão soviético voltou para um mundo completamente diferente.
Com informações de TBN
Na madrugada desta quarta-feira (20/05), a Guarda Civil Municipal de Varginha, empenhada pela Central de Comunicações (CECOM), deslocou-se até a Avenida Rui Barbosa para verificar a queda de uma árvore de grande porte sobre a via.
No local, a equipe constatou que o exemplar, que ficava em um dos canteiros da Praça José de Rezende Paiva, havia caído sobre a avenida, interditando grande parte do fluxo de veículos.
Devido ao risco iminente de acidentes e por se tratar de uma das principais artérias do centro da cidade, os Guardas Civis Municipais realizaram o isolamento imediato da área e o desvio do trânsito. O setor de Limpeza Urbana (SOSUB), a Secretaria de Meio Ambiente (SEMEA) e a Companhia de Energia (CEMIG) foram prontamente acionados, uma vez que a fiação elétrica também foi atingida por parte da estrutura da árvore.
COM ASCOM/PMV
Reprodução/Ilustração
20/05/2026 | 2 min minutos para saber
A tradicional fabricante de brinquedos Estrela anunciou nesta quarta-feira (20) o pedido de recuperação judicial envolvendo empresas do grupo, após enfrentar um cenário de forte চাপo financeiro nos últimos anos. A medida foi protocolada na Comarca de Três Pontas, em Minas Gerais, e inclui oito companhias ligadas ao conglomerado, entre elas a Manufatura de Brinquedos Estrela S.A., a Editora Estrela Cultural e a Estrela Distribuidora de Brinquedos.
De acordo com comunicado divulgado ao mercado, a decisão busca reorganizar as dívidas da companhia e garantir a continuidade das operações, preservando empregos, contratos e a relação com fornecedores, clientes e acionistas.
A empresa atribui a crise a fatores como os juros elevados, o aumento do custo do crédito e a dificuldade de acesso a financiamentos. Outro ponto destacado foi a mudança no comportamento dos consumidores, que passaram a direcionar mais gastos para plataformas digitais, jogos eletrônicos e entretenimento online, aumentando a concorrência no setor tradicional de brinquedos.
Mesmo com o pedido de recuperação judicial, a Estrela informou que seguirá funcionando normalmente durante o processo. Pela legislação brasileira, a administração permanece responsável pelas atividades da empresa enquanto é elaborado o Plano de Recuperação Judicial, documento que ainda será apresentado aos credores para aprovação e definição da reestruturação financeira do grupo.
Segundo a Administração Municipal, os carnês já foram distribuídos nas residências. Quem ainda não recebeu o boleto pode emitir a guia pelos canais oficiais disponibilizados pela Prefeitura de Varginha.
A arrecadação do IPTU é utilizada para custear serviços públicos e investimentos em áreas consideradas essenciais, entre elas saúde, educação, limpeza urbana e melhorias na infraestrutura da cidade.
De acordo com a Prefeitura, o pagamento em dia ajuda a garantir a continuidade de obras, manutenção de serviços e ações voltadas ao atendimento da população.
Uma proposta que começa a ganhar espaço na Câmara dos Deputados pretende alterar a forma de atuação dos vereadores em municípios de pequeno porte no Brasil. A ideia prevê que parlamentares de cidades com até 30 mil habitantes deixem de receber salário fixo e passem a atuar como conselheiros, recebendo apenas ajuda de custo por sessão realizada.
A iniciativa é do deputado federal Amom Mandel, que informou que apresentará nos próximos dias uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) tratando do tema. Segundo ele, entre 20 e 30 parlamentares já demonstraram apoio ao texto, embora sejam necessárias ao menos 171 assinaturas para que a proposta comece a tramitar oficialmente na Câmara.
Pelo modelo defendido pelo deputado, as câmaras municipais de cidades menores deixariam de operar com remuneração mensal fixa aos vereadores. Em vez disso, os representantes receberiam valores vinculados à participação nas sessões legislativas. Amom afirma que a mudança pode ampliar a fiscalização do trabalho parlamentar e fortalecer a representatividade das minorias dentro do Legislativo.
O parlamentar também declarou que pretende discutir mudanças em outras estruturas legislativas, incluindo regras internas da própria Câmara dos Deputados. Entre os pontos defendidos está a alteração no sistema de repasse de recursos públicos, com transferências automáticas, sem necessidade de avaliação do Poder Executivo.
As declarações de Amom Mandel sobre o funcionamento do Legislativo provocaram repercussão política. Ex-vereador de Manaus entre 2021 e 2023, ele afirmou recentemente que descobriu, ao assumir o cargo, que “vereador e merda são a mesma coisa”. O deputado também comparou a atuação de deputados federais à de vereadores, o que gerou críticas de parlamentares do Amazonas e debates nas redes sociais.
A proposta reacendeu a discussão sobre os custos e o modelo de funcionamento das câmaras municipais, especialmente em cidades pequenas, onde frequentemente há questionamentos sobre gastos públicos e estrutura administrativa do Legislativo local.