sexta-feira, 16 de outubro de 2026

TSE DISPONIBILIZA SITE PARA VOCÊ ACOMPANHAR A APURAÇÃO DAS ELEIÇÕES POR ESTADO, CARGOS E PERCENTUAIS OBTIDOS: LINK NA MATÉRIA

 


16 de outubro de 2026 - 1 min para saber

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) oferece uma plataforma oficial para consultar os resultados das eleições, com informações sobre a votação nominal dos candidatos, número de votos e percentuais obtidos. A ferramenta permite acompanhar os dados por estado e cargo, garantindo transparência e facilitando o acesso da população às informações eleitorais.

Consulte os resultados no site oficial:
https://resultados.tse.jus.br/oficial/app/index.html#/eleicao/6257/uf/br/cargo/1/vis/nominal/resultados

GRUPO DE CONTROLE DO TABAGISMO NO PSF PINHEIROS

 

Reprodução/Maps

16 de outubro de 2026 - 1 min para saber

Pessoas que desejam abandonar o cigarro terão a oportunidade de participar de um novo Grupo de Controle do Tabagismo no PSF Pinheiros, em Varginha. As atividades começam no dia 21 de outubro, e as inscrições devem ser feitas pelo telefone (35) 3221-6248. As vagas são limitadas.

A iniciativa busca apoiar os participantes no processo de parar de fumar, incentivando hábitos mais saudáveis e a melhoria da qualidade de vida. Entre os benefícios de abandonar o tabagismo estão a melhora da saúde, o aumento do fôlego e da disposição, além da economia financeira.

A ação reforça a importância do acompanhamento e do apoio para quem deseja superar a dependência do cigarro. Os interessados devem entrar em contato pelo telefone divulgado para obter informações e garantir a inscrição.

ALTO DA FIGUEIRA I, II E III, JARDIM PANORAMA, SANTA LUZIA E SÃO MIGUEL ARCANJO, RECEBEM O "MUTIRÃO DA DENGUE" NA SEMANA QUE VEM: VEJA DETALHES


16 de outubro de 2026 - 1 min para saber

Mutirão da Dengue, da próxima semana será realizado de 21/10 à 23/10 (quarta à sexta) nos bairros ALTO DA FIGUEIRA I, II, III, JARDIM PANORAMA, SANTA LUZIA E SÃO MIGUEL ARCANJO

A Prefeitura de Varginha, por meio da Vigilância Ambiental, informa que o Mutirão da Dengue

da próxima semana será realizado de 21/10 à 23/10 (quarta à sexta) nos bairros

ALTO DA FIGUEIRA I, II, III, JARDIM PANORAMA, SANTA LUZIA E SÃO MIGUEL ARCANJO

Nesses dias, esses bairros serão contemplados com mais um Mutirão de Limpeza, afim de eliminar os depósitos de água parada nos imóveis e terrenos, com o recolhimento de todos os materiais inservíveis, no intuito de evitar uma epidemia de doenças transmitidas pelo vetor Aedes Aegypti e demais espécies de mosquitos.

Solicitamos aos moradores para que retirem de suas casas, deixando nas calçadas no mesmo dia bem cedinho, no máximo até 7h, todos os materiais inservíveis como: móveis velhos, latas, plásticos, pneus, objetos que possam acumular água, dentre outros, pois os caminhões de coleta só percorrem as ruas uma única vez!

Ressaltamos que NÃO serão recolhidos pela equipe dos caminhões galhos de árvores e entulhos de construção.

O Mutirão conta com o apoio e colaboração das secretarias de Obras

(Limpeza Urbana), Meio Ambiente, Educação (Manutenção) e Setor de Imprensa.


Setor de Vigilância Ambiental/Combate à Dengue

QUESTÕES CONTROVERSAS SOBRE O COMPORTAMENTO FEMININO: PSICANALÍSTA, SOCIÓLOGA E FILÓSOFA, DRA. CLÁUDIA BERNARD EXPLICA




Em entrevista ao canal da jornalista Leda Nagle no YouTube, a Dra. Cláudia Bernard abordou questões controversas sobre o comportamento feminino, a inveja em relação aos homens e os conflitos conjugais. Durante a conversa, apresentou sua interpretação sobre as diferenças entre os sexos e seus papéis nas relações familiares. A seguir, a transcrição de um trecho de suas declarações, adaptada para facilitar a leitura.

A mulher tem raiva do homem porque tem inveja dele. Existe uma coisa chamada teomania feminina, que lembra aquela história do Gênesis, em que Eva quer ser uma deusa.
A mulher quer ser uma deusa na vida do homem. Ela não quer ser apenas uma companheira bacana, uma amiga. Ela quer mandar no homem. Não estou falando de todas as mulheres, tá? Mas de 99%.
A inveja é uma tendência muito forte que a mulher tem, e a família inteira precisa se defender, ficar sempre alerta e manter isso sob controle. Às vezes, não consegue. Muitas vezes, não consegue. Por isso existem tantos divórcios.
Porque 70% ou mais dos divórcios são iniciados pelas mulheres. É sempre ela que está insatisfeita. Tem gente que me odeia por causa disso, mas também existem mulheres que me amam, porque muitos casamentos foram salvos com essa conscientização.
O maior problema da mulher é a inveja. O do homem é a arrogância, a soberba.
E inveja de quê? Da masculinidade, do poder do homem, da capacidade de dominação, das vantagens que a sociedade historicamente concedeu a ele.
A mulher acha que o homem tem mais poder. Ela acha que ele é mais feliz, mais livre, que pode fazer o que quiser, enquanto ela não pode. Isso era ainda mais evidente nas gerações anteriores, mas existem resquícios até hoje.
A mulher tem inveja porque acredita que o homem possui mais vantagens na sociedade. Mas sabe o que realmente incomoda a mulher, lá no fundo?
A alegria do homem.
Como ele é felizinho, como gosta de ser feliz na vida, como gosta de ser alegre, como não faz drama das coisas.
Essa felicidade de menino que o homem gosta de ter, mesmo quando é idoso. O homem gosta de ser feliz. Ele tem seus amigos, gosta de bater papo, de viajar, de se divertir. Os homens se entendem bem, não se juntam para ficar falando mal dos outros. Eles se divertem na vida.
Eles gostam de viver mais do que a mulher.
A mulher coloca muitos problemas nas coisas, é negativa, traz tragédias e gosta de falar sempre de problemas.
Então, o marido chega em casa todo alegrinho, e ela pergunta: "Por que você está tão alegre? O que você fez hoje? Olha lá, hein!"
Essa atitude de inveja que a mulher tem do homem acontece, em grande parte, porque ela acha que a vida dele é muito mais fácil do que a dela.
E agora, com a mulher no mercado de trabalho, isso ficou ainda pior. Porque ela diz: "Agora eu trabalho, cuido dos filhos, faço tudo, e você não faz nada!"
Então, ela própria criou uma situação difícil e culpa o homem por causa disso. A mulher é mais dramática, enquanto o homem é mais desencanado nesse sentido.
Essa alegria de viver que o homem tem, essa maneira de aproveitar a vida, incomoda muitas mulheres. Porque elas acham que essa felicidade acontece às custas delas.
E o pior é isso!
Ela acredita que ele só consegue viver tão despreocupado porque é ela quem assume todas as responsabilidades. É ela quem cuida dos problemas, organiza tudo, resolve tudo, enquanto ele não se preocupa com nada.
Vou dar um exemplo.
Geralmente, as filhas veem a mãe dramática, sofrendo dentro de casa. Então, olham para a mãe, percebem o sofrimento dela e, ao mesmo tempo, veem o pai todo animadinho.
A filha pensa: "Meu pai está fazendo minha mãe infeliz!"
Aí começa a sentir raiva do pai, acredita que ele está agredindo a mãe e acaba se metendo na vida dos dois.
Então, a situação vai crescendo, como uma bola de neve, e esse ciclo parece não ter fim.
Agora, quando falamos sobre os papéis do homem e da mulher dentro da família, precisamos voltar ao Gênesis.
No Gênesis, Deus criou o homem e percebeu que ele estava sozinho, que precisava de uma companheira.
Algumas pessoas interpretam isso dizendo que a mulher veio para servir ao homem, que ele é a cabeça e que ela deve obedecer.
Mas não é nada disso.
Quando Deus criou a mulher para ficar com o homem, criou uma companheira. E a tirou de uma costela, aqui, perto do coração.
Ela também foi criada à imagem e semelhança de Deus, com a mesma essência do homem.
Nós temos a mesma essência. Muitas das diferenças entre homens e mulheres são culturais, sociais e psicopatológicas. Mas, na essência, somos idênticos, com exceção de um cromossomo.
O restante é tudo igualzinho.
Somos feitos da mesma substância. Somos muito mais iguais do que diferentes.
O homem e a mulher foram criados para formar uma unidade. São duas partes que se complementam e permitem a geração da vida. Sem as duas partes, não existe a continuidade da vida.
Toda a sociedade, toda a humanidade, foi baseada nessa unidade entre homem e mulher, com a mesma substância e a mesma essência.
E o trabalho que fazemos é justamente harmonizar essa relação.
Porque, historicamente, o homem assumiu o papel de provedor, de trabalhar e colocar dinheiro dentro de casa. Mas a mulher é quem gera a vida, que é uma das coisas mais importantes.
Hoje, os papéis se aproximaram, porque a mulher também trabalha e contribui financeiramente. Mas as cabeças não se aproximaram.
São energias complementares, papéis complementares.
O homem tem naturalmente esse desejo de proteger a família. E a mulher é, vamos dizer assim, a porta do céu para a Terra.
Quando acontece a fecundação, um espermatozoide encontra o óvulo.
E não é simplesmente porque aquele espermatozoide chegou primeiro, porque correu mais rápido, como se pensava antes.
Existe uma espécie de chavezinha que permite a entrada do espermatozoide no óvulo.
É uma arquitetura divina tão linda!
E tudo isso são pesquisas mais recentes.
Nesse momento em que o espermatozoide entra no óvulo e acontece a fecundação, foi fotografado e filmado um pequeno clarão, uma espécie de explosão de luz.
É como se aquela energia divina entrasse naquela união, naquela complementaridade, dando origem a um novo ser.
E esse ser permanece protegido dentro da mulher até a hora de nascer. Mas ele já é um ser completo, que vai apenas se desenvolvendo dentro do útero.
Ele já teria sua alma. E até a alminha, segundo essas pesquisas, teria sido fotografada no momento da concepção.
É tão lindo isso!
Tenho pesquisado bastante sobre esse assunto.
E essa complementaridade torna o homem e a mulher iguais em essência, mas com funções que se completam.
Não é obra do acaso. É algo muito bonito.
Só que essa complementaridade precisa ser compreendida e harmonizada dentro da família.
É necessário desenvolver essa conscientização, aprender a conversar e compreender o papel de cada um.
Transcrição feita e adaptada pelo Provocações Filosóficas do trecho da participação da psicanalista e escritora Dra Claudia Bernard no canal Leda Nagle no YouTube.

quinta-feira, 15 de outubro de 2026

1° CONGRESSO ODONTOLÓGICO DO SETOR PÚBLICO



Atenção, profissionais da Odontologia do Sul de Minas!

Varginha recebe o 1º Congresso Odontológico da Macrorregião do Sul de Minas!


Um encontro de conhecimento, troca de experiências e muito aprendizado. 

Dentistas, estudantes e profissionais da área: esperamos vocês!

 Faça sua inscrição pelo link disponível na legenda.  




20/10: https://www.even3.com.br/congresso-odontologico-no-setor-publico-778125

23/10: https://www.even3.com.br/congresso-odontologico-no-setor-publico-779714

DIA DO PROFESSOR E A 'LINHA DE PRODUÇÃO' DE IDIOTAS: QUEM ENSINOU O BRASIL A DESAPRENDER?




No dia dedicado aos mestres, talvez a homenagem mais necessária não seja distribuir flores, mas fazer perguntas que muitos preferem evitar.

Todo 15 de outubro é a mesma cerimônia: discursos emocionados, fotografias nas redes sociais, elogios à missão de ensinar e frases bonitas sobre o professor ser o construtor do futuro. Passada a data, porém, a realidade volta a entrar pela porta da sala de aula — muitas vezes sem pedir licença e sem trazer boas notícias.

Os resultados do PISA, avaliação internacional que mede o desempenho de estudantes de 15 anos em leitura, matemática e ciências, continuam expondo as dificuldades brasileiras. E diante desse cenário, uma pergunta precisa ser feita sem rodeios: se o professor é o responsável por ensinar, até que ponto ele pode se eximir da responsabilidade quando o aluno não aprende?

É verdade que governos devem oferecer estrutura, materiais, formação e condições dignas de trabalho. É verdade que as famílias precisam participar da educação dos filhos. Mas nenhuma dessas responsabilidades elimina a do professor. Afinal, é ele quem conduz o processo pedagógico diariamente, escolhe estratégias de ensino dentro de sua autonomia profissional, acompanha a aprendizagem e identifica as dificuldades que precisam ser superadas.

Não se pode exigir que o professor resolva sozinho todos os problemas da educação brasileira. Mas também não se pode transformar a docência em uma atividade sem responsabilidade pelos resultados.

E aqui começa uma discussão que merece ser enfrentada.

Durante décadas, determinadas correntes pedagógicas ganharam espaço nas universidades, nos cursos de formação docente e nas políticas educacionais. Entre elas está a proposta de Paulo Freire, que defendia uma educação dialógica, crítica e relacionada à realidade social dos estudantes. Seus admiradores consideram essa abordagem uma contribuição importante para a educação; seus críticos questionam a influência que ela exerceu sobre a formação pedagógica brasileira e apontam o risco de a discussão política ocupar espaço excessivo diante da necessidade de ensinar conteúdos fundamentais.

A crítica merece ser feita, mas com precisão: não há fundamento para afirmar simplesmente que Paulo Freire criou um método de idiotização. O debate sério está em avaliar se as práticas adotadas nas escolas, inspiradas ou não em suas ideias, têm produzido aprendizagem efetiva. Nenhuma teoria pedagógica deveria estar acima dos resultados, da análise crítica ou da obrigação de ensinar.

Uma pedagogia pode ter boas intenções e, ainda assim, precisar ser revista quando não entrega aquilo que promete.

O mesmo princípio vale para a presença de pautas identitárias, debates sobre sexualidade e questões de grupos sociais no ambiente escolar. A escola precisa tratar os estudantes com dignidade, prevenir a discriminação e respeitar os direitos de todos. Mas também precisa estabelecer prioridades claras. O tempo escolar é precioso, e a aprendizagem da leitura, da escrita, da matemática e das ciências não pode ficar em segundo plano diante de disputas ideológicas ou de atividades que não contribuam adequadamente para a formação acadêmica.

Discutir esses temas não significa, por si só, abandonar o ensino. A questão é saber como são abordados, com qual finalidade pedagógica, em que faixa etária e com que equilíbrio em relação ao currículo. A escola deve formar cidadãos capazes de pensar, não espectadores obrigados a repetir as convicções de seus professores, gestores ou governantes.

E pensar exige conhecimento.

Não existe pensamento crítico consistente sem capacidade de ler, interpretar, calcular, comparar informações e distinguir fatos de opiniões. O aluno que não compreende um texto dificilmente conseguirá avaliar com profundidade uma tese política, científica ou filosófica. A autonomia intelectual, tão celebrada nos discursos educacionais, depende justamente do domínio das ferramentas básicas do conhecimento.

Por isso, causa preocupação ver estudantes avançando na escolaridade sem consolidar competências essenciais. Aprovar não é necessariamente ensinar. Matricular não é garantir aprendizagem. Distribuir diplomas não é formar cidadãos preparados.

O PISA não mede toda a qualidade de um sistema educacional, tampouco define a inteligência de uma criança. Mas seus resultados constituem um alerta que não pode ser descartado por conveniência ideológica. Quando o desempenho é insuficiente, é preciso investigar as causas, comparar métodos, corrigir falhas e cobrar resultados.

E a cobrança precisa alcançar todos os envolvidos.

Governantes devem responder pelas políticas adotadas e pelos recursos investidos. Gestores precisam acompanhar o desempenho das escolas. Famílias devem participar da formação dos filhos. E professores precisam assumir a responsabilidade profissional de ensinar, avaliar, corrigir e buscar estratégias melhores quando a aprendizagem não acontece.

Valorizar o professor não significa conceder-lhe imunidade à crítica. Significa reconhecer a importância de sua missão e, justamente por isso, exigir que ela seja cumprida com competência, compromisso e seriedade.

O Brasil não precisa escolher entre respeitar os professores e cobrar resultados. Precisa fazer as duas coisas.

Neste Dia do Professor, portanto, fica uma sugestão: menos homenagens automáticas e mais compromisso com aquilo que realmente importa. Que a sala de aula volte a ser um espaço em que o conhecimento tenha prioridade, o mérito seja reconhecido, a disciplina seja respeitada e as ideias possam ser debatidas sem substituir o conteúdo que os estudantes precisam aprender.

Porque o professor não é o único responsável pelos problemas da educação brasileira, mas tampouco é um mero espectador deles.

Quem assume a missão de ensinar precisa assumir também o compromisso de fazer o aluno aprender.

E talvez a melhor homenagem que possamos prestar aos mestres seja garantir que, no futuro, nossos estudantes não sejam lembrados pelas dificuldades que a escola deixou de corrigir, mas pelo conhecimento que ela foi capaz de lhes oferecer.

Feliz Dia do Professor. Que nunca faltem respeito aos mestres, liberdade para pensar e coragem para reconhecer que, quando a educação falha, não basta procurar culpados: é preciso recuperar o compromisso de ensinar.

NATURAL DE POUSO ALEGRE, MARY HELLEN FOI CONDENADA POR TRÁFICO INTERNACIONAL DE DROGAS E VOLTA AO BRASIL

 

                                 MARY HELLEN FOI CONDENADA NA TAILÂNDIA POR TRÁFICO INTERNACIONAL DE DROGAS 

15 de outubro de 2026 - 4 min para saber

A pouso-alegrense Mary Hellen Coelho Silva, de 26 anos, voltou ao Brasil em setembro de 2026, após passar mais de quatro anos presa na Tailândia por tráfico internacional de drogas. A informação foi confirmada pela advogada Kaelly Cavoli Moreira no dia 14 de outubro.

Mary Hellen foi detida em fevereiro de 2022, no aeroporto de Bangkok, após autoridades encontrarem cerca de nove quilos de cocaína em bagagens. Na mesma ocasião, outros dois brasileiros também foram presos. Ao todo, foram apreendidos aproximadamente 15,5 quilos da droga.

Condenada em maio de 2022 a nove anos e seis meses de prisão, a jovem teve a pena reduzida por indultos reais concedidos na Tailândia. Segundo a defesa, seu bom comportamento e o trabalho realizado na unidade prisional contribuíram para a concessão dos benefícios. Um deles também afastou uma multa de cerca de R$ 105 mil.

Durante o período de detenção, Mary Hellen enfrentou dificuldades para manter contato com a família e perdeu a mãe, Thelma Coelho, que morreu em abril de 2022, em decorrência de complicações de um câncer.

O caso também foi investigado pela Polícia Federal brasileira, que deflagrou a Operação ONG BAK em maio de 2022 para apurar um possível esquema de aliciamento de pessoas para transportar drogas ao exterior. Na época, a defesa afirmou que Mary Hellen não tinha experiência em viagens internacionais nem ligação anterior conhecida com o grupo investigado.

A data exata do retorno não foi divulgada. Após mais de quatro anos de prisão, a jovem está de volta ao Brasil, com o objetivo de reconstruir a vida junto à família.

VARGINHA, 144 ANOS: O PROGRESSO QUE NASCE DA FORÇA DE SUA GENTE

 


15 de outubro de 2026 - 4 min para saber

Uma cidade não se constrói apenas com ruas, prédios e empresas. Constrói-se com educação, trabalho, responsabilidade pública e escolhas capazes de transformar gerações.

Ao completar 144 anos de emancipação político-administrativa, Varginha reafirma sua posição como uma das cidades mais importantes de Minas Gerais. Referência regional em saúde, educação, indústria e comércio, o município consolidou sua vocação empreendedora, ampliou sua influência econômica e conquistou destaque no cenário nacional, especialmente pela força de suas exportações.

Mas o que explica a trajetória de uma cidade que, ao longo de pouco mais de um século, alcançou tamanha relevância entre os 853 municípios mineiros?

Há quem atribua esse desempenho à localização geográfica privilegiada. É inegável que a posição estratégica de Varginha favorece sua integração logística e comercial. Entretanto, essa explicação, isoladamente, não basta. Municípios vizinhos também desfrutam de condições geográficas semelhantes e possuem histórias de emancipação tão antigas quanto a nossa, sem alcançar a mesma dimensão de desenvolvimento.

O diferencial de Varginha parece estar em algo menos visível nos mapas, mas muito mais decisivo na construção de uma sociedade: a capacidade de investir em pessoas, cultivar oportunidades e transformar trabalho em progresso.

A educação ocupa lugar de destaque nessa história. Os tradicionais edifícios que abrigaram instituições como os colégios Marista, Santos Anjos, Afonso Pena e Grupo Brasil não representam apenas referências arquitetônicas da cidade. São testemunhos de uma cultura que reconheceu, ao longo das gerações, o valor do conhecimento na formação de cidadãos e na abertura de caminhos para o futuro.

Uma cidade que investe em educação amplia seus horizontes. Forma profissionais, estimula o empreendedorismo, fortalece suas instituições e prepara novas gerações para enfrentar os desafios de um mundo em constante transformação. O desenvolvimento econômico duradouro não nasce apenas das oportunidades que surgem, mas da capacidade de aproveitá-las.

Outro elemento fundamental nessa trajetória está na administração pública. A responsabilidade com os recursos coletivos, a austeridade, a ética e a continuidade de políticas que beneficiam a população são fatores determinantes para que uma cidade avance. O dinheiro público precisa ser tratado como patrimônio da sociedade, e não como instrumento de interesses particulares.

É justo reconhecer, nesse contexto, a contribuição de lideranças políticas que, em diferentes épocas, souberam compreender as necessidades do município e conduzir projetos importantes para seu crescimento. Mais do que exaltar nomes ou governos, porém, é necessário valorizar uma cultura de responsabilidade administrativa que deve permanecer acima das disputas partidárias e dos interesses eleitorais.

Nenhum governante constrói uma cidade sozinho. O progresso de Varginha também é resultado do esforço de trabalhadores, comerciantes, empresários, produtores rurais, professores, profissionais da saúde, servidores públicos e tantas outras pessoas que, diariamente, movimentam a economia e sustentam a vida em comunidade.

São essas mãos, muitas vezes anônimas, que transformam planejamento em realidade e oportunidades em conquistas.

Celebrar os 144 anos de Varginha é, portanto, muito mais do que comemorar uma data histórica. É reconhecer o caminho percorrido, valorizar as escolhas que deram certo e refletir sobre as responsabilidades que acompanham o crescimento. Uma cidade que alcança relevância regional precisa continuar investindo em qualidade de vida, mobilidade, saúde, educação, segurança e inclusão social, para que os benefícios do desenvolvimento cheguem a todos os seus moradores.

O futuro não se constrói apenas com a memória dos bons resultados. Constrói-se com a coragem de corrigir erros, enfrentar desigualdades e preservar aquilo que tornou possível chegar até aqui.

Varginha tem história, vocação e capacidade para continuar avançando. Seu maior patrimônio não está somente em sua localização, em suas empresas ou em seus indicadores econômicos, mas na gente que acredita nesta terra e trabalha para torná-la cada vez melhor.

Aos 144 anos, Varginha merece celebrar suas conquistas sem perder a humildade de aprender, a responsabilidade de planejar e a ambição de crescer.

Parabéns, Varginha! Que a nossa querida Princesa do Sul continue honrando seu passado, valorizando seu presente e construindo um futuro à altura da força de seu povo.

HOSPITAL BOM PASTOR INAUGURA NOVOS EQUIPAMENTOS E MELHORIAS NA ORGANIZAÇÃO INTERNA


15 de outubro de 2026 - 2 min para saber

O Hospital Bom Pastor, em Varginha, inaugurou nesta quarta-feira (14) novos equipamentos e melhorias na identificação visual dos postos de internação. As entregas incluem um carrinho de anestesia, um aparelho de raio-X fixo digital e a padronização da nomenclatura dos setores, com o objetivo de modernizar a estrutura e facilitar a circulação de pacientes, acompanhantes e profissionais.

O prefeito Leonardo Ciacci afirmou que os investimentos reforçam o compromisso da administração municipal com a saúde pública e a oferta de atendimento qualificado. O vice-prefeito Antônio Silva destacou que as melhorias estruturais devem caminhar junto com o acolhimento e a humanização. Já o secretário municipal de Saúde, Heron Martins, ressaltou que os novos equipamentos e a organização dos setores contribuem para serviços mais eficientes e seguros.

A diretora do hospital, Rosana Morais, afirmou que as entregas são resultado de um trabalho contínuo para aprimorar os serviços e oferecer melhores condições de atendimento à população. O presidente da FHOMUV, Armando Fortunato, também destacou que os equipamentos e a padronização dos postos ajudam a organizar os processos internos, dão suporte às equipes e reforçam o compromisso com a qualidade assistencial.

A cerimônia contou com a presença de representantes da Prefeitura, secretários municipais, vereadores e integrantes do Conselho Municipal de Saúde.

GCM DE VARGINHA PROMOVE CURSO BÁSICO DE PATRULHAMENTO RURAL


Foto: ASCOM/PMV

15 de outubro de 2026 - 1 min para saber

Nos dias 8 e 9 de outubro, a Guarda Civil Municipal deVarginha (GCMV) realizou o Curso Básico de Patrulhamento Rural, unindo aulas teóricas e práticas. 

O treinamento foi promovido pelo Centro de Formação da instituição com apoio da Escola Sul-Mineira de Segurança (ESS).

A capacitação reuniu Guardas Civis Municipais de Varginha, Itajubá e Boa Esperança, além de representantes da Polícia Civil, Polícia Penal e da Câmara Municipal.

Entre os temas abordados, destacam-se a aproximação com o produtor rural, legislação e combate a crimes no campo, tecnologia aplicada, navegação em terreno, técnicas de rastreamento e abordagem noturna.

A iniciativa reforça a integração entre as forças de segurança e o compromisso em levar mais proteção às famílias do campo.

ASCOM/PMV

quarta-feira, 14 de outubro de 2026

ATRAÇÕES NA PRAÇA DO ET: NO "DIA DOS PROFESSORES" TEM MÚSICA AO VIVO, GASTRONOMIA, ARTESANATO

 



14/10/2026  | 2 min para saber 

A Prefeitura de Varginha promove nesta quinta-feira (15), na Praça do ET, uma programação especial em homenagem ao Dia dos Professores, com música, artesanato, gastronomia e participação de entidades assistenciais.

A partir das 15h, o público poderá conferir artesanato local, doces, produtos temáticos do ET e praça de alimentação. Às 19h, acontece a seresta “Eu Era Feliz e Não Sabia…”, com Jucilene Buosi e Wolf Borges, acompanhados por músicos convidados. O espetáculo resgata memórias afetivas da música brasileira e homenageia os profissionais da educação.

Inicialmente previsto para o Coreto do Jardim do Sapo, o evento foi transferido para a Praça do ET devido à possibilidade de chuva. A iniciativa é promovida pela Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Turismo e Comércio (SETEC), e também busca valorizar os artistas, artesãos e empreendedores locais.