sábado, 2 de maio de 2026

IVES GANDRA: HONRA NÃO TEM PREÇO, TEM VALOR


02 de maio de m2026 - 4 minutos para saber

Ministros do Supremo Tribunal Federal têm se considerado atingidos em sua honra por críticas de fulano, beltrano, sicrano e, inclusive, de candidatos à Presidência.

Pessoalmente, tenho uma opinião a respeito da indenização por danos morais. Certa vez, participava de um congresso no Rio de Janeiro com o ministro Moreira Alves, e nós dois tínhamos como tema da palestra a “quantificação de indenização por danos morais”.

Naquela oportunidade, o ministro Moreira Alves, grande civilista, defendia que nós temos que quantificar a honra e que se trata de um pretium doloris — um preço da dor. Desde aquela época, entretanto, defendi a tese de que a minha honra não tem preço.

Nunca vou entrar com uma ação judicial contra alguém que pretenda me ofender. Conhecendo quem sou e sabendo que, às vezes, trata-se de uma mera agressão, nunca respondo, pois a melhor forma de responder é não dando atenção.

Ao contrário do ministro Moreira Alves, que defendeu a necessidade de haver um pretium doloris, dizia e digo o seguinte: a honra não tem preço; ela não está no mercado, valendo "tanto" ou "tanto". Eu defendia e continuo defendendo que a honra verdadeira não tem preço.

Mas o que vemos hoje tem, sobretudo, um viés político, pois quando se procura atingir um candidato à Presidência da República, um deputado, um senador ou um ministro da Suprema Corte, a pessoa reage, demonstrando que realmente foi afetada pela manifestação de quem está dizendo.

Além disso, a judicialização das críticas — especialmente por parte de quem detém o poder — acaba por criar um efeito inibidor na liberdade de expressão. Quando figuras públicas reagem a qualquer contestação com processos, não protegem apenas sua honra; inadvertidamente, sinalizam que o debate democrático é perigoso e deve ser contido. Isso transforma o Poder Judiciário em uma arena de vaidades, onde questões que deveriam ser resolvidas no campo do debate público ou da indiferença soberana passam a ocupar uma pauta que deveria ser reservada a temas de real interesse coletivo.

É preciso distinguir, portanto, a crítica ácida ou o insulto gratuito da calúnia ou difamação propriamente ditas, que possuem contornos legais definidos. A honra, em sua acepção subjetiva — o sentimento que temos de nós mesmos —, não pode ser tutelada pelo Estado. Quando um magistrado ou um político utiliza a máquina judicial para punir ofensas menores, ele transfere a outros a responsabilidade por sua própria estabilidade emocional, o que, ironicamente, diminui a estatura moral do cargo que ocupa.

Reafirmo: quem tem, verdadeiramente, honra pouco se importa com a opinião alheia. A pessoa mais importante — que é Cristo, para mim o próprio Deus — não deu atenção aos ataques que sofreu e perdoou a todos quando estava na cruz. Ora, nós, que somos um ponto temporário no Universo, dizer “fui atacado na minha honra e ela tem um preço” é, no mínimo, curioso.

Quem ataca, sim, demonstra queHonra não tem preço, tem valor

Ministros do Supremo Tribunal Federal têm se considerado atingidos em sua honra por críticas de fulano, beltrano, sicrano e, inclusive, de candidatos à Presidência.

Pessoalmente, tenho uma opinião a respeito da indenização por danos morais. Certa vez, participava de um congresso no Rio de Janeiro com o ministro Moreira Alves, e nós dois tínhamos como tema da palestra a “quantificação de indenização por danos morais”.

Naquela oportunidade, o ministro Moreira Alves, grande civilista, defendia que nós temos que quantificar a honra e que se trata de um pretium doloris — um preço da dor. Desde aquela época, entretanto, defendi a tese de que a minha honra não tem preço.

Nunca vou entrar com uma ação judicial contra alguém que pretenda me ofender. Conhecendo quem sou e sabendo que, às vezes, trata-se de uma mera agressão, nunca respondo, pois a melhor forma de responder é não dando atenção.

Ao contrário do ministro Moreira Alves, que defendeu a necessidade de haver um pretium doloris, dizia e digo o seguinte: a honra não tem preço; ela não está no mercado, valendo "tanto" ou "tanto". Eu defendia e continuo defendendo que a honra verdadeira não tem preço.

Mas o que vemos hoje tem, sobretudo, um viés político, pois quando se procura atingir um candidato à Presidência da República, um deputado, um senador ou um ministro da Suprema Corte, a pessoa reage, demonstrando que realmente foi afetada pela manifestação de quem está dizendo.

Além disso, a judicialização das críticas — especialmente por parte de quem detém o poder — acaba por criar um efeito inibidor na liberdade de expressão. Quando figuras públicas reagem a qualquer contestação com processos, não protegem apenas sua honra; inadvertidamente, sinalizam que o debate democrático é perigoso e deve ser contido. Isso transforma o Poder Judiciário em uma arena de vaidades, onde questões que deveriam ser resolvidas no campo do debate público ou da indiferença soberana passam a ocupar uma pauta que deveria ser reservada a temas de real interesse coletivo.

É preciso distinguir, portanto, a crítica ácida ou o insulto gratuito da calúnia ou difamação propriamente ditas, que possuem contornos legais definidos. A honra, em sua acepção subjetiva — o sentimento que temos de nós mesmos —, não pode ser tutelada pelo Estado. Quando um magistrado ou um político utiliza a máquina judicial para punir ofensas menores, ele transfere a outros a responsabilidade por sua própria estabilidade emocional, o que, ironicamente, diminui a estatura moral do cargo que ocupa.

Reafirmo: quem tem, verdadeiramente, honra pouco se importa com a opinião alheia. A pessoa mais importante — que é Cristo, para mim o próprio Deus — não deu atenção aos ataques que sofreu e perdoou a todos quando estava na cruz. Ora, nós, que somos um ponto temporário no Universo, dizer “fui atacado na minha honra e ela tem um preço” é, no mínimo, curioso.

Quem ataca, sim, demonstra que não tem honra. E quem reage está dando um preço à sua honra e, ao mesmo tempo, desvalorizando-a. Por esta razão, pessoalmente, nunca respondo, nem dou atenção.

Acredito, pois, que a melhor forma de mostrar que aquela agressão não vale nada é desconsiderá-la; é não dar importância, considerá-la sem relevo. Sendo assim, ao contrário do meu queridíssimo e saudoso amigo Moreira Alves, eu sempre dizia e digo: a minha honra não tem preço.

O silêncio diante da injúria não é sinal de fraqueza, mas de superioridade. Quem ocupa postos de mando deve compreender que a autoridade não emana da capacidade de silenciar críticos através de sentenças, mas da solidez de um caráter que entende que a verdadeira honra, por ser inalienável, jamais deveria ser objeto de compensação pecuniária.

Quem dá preço à sua honra é porque, realmente, a ela não dá muito valor.

Acredito, pois, que a melhor forma de mostrar que aquela agressão não vale nada é desconsiderá-la; é não dar importância, considerá-la sem relevo. Sendo assim, ao contrário do meu queridíssimo e saudoso amigo Moreira Alves, eu sempre dizia e digo: a minha honra não tem preço.

O silêncio diante da injúria não é sinal de fraqueza, mas de superioridade. Quem ocupa postos de mando deve compreender que a autoridade não emana da capacidade de silenciar críticos através de sentenças, mas da solidez de um caráter que entende que a verdadeira honra, por ser inalienável, jamais deveria ser objeto de compensação pecuniária.

Quem dá preço à sua honra é porque, realmente, a ela não dá muito valor.


Ives Gandra da Silva Martins é professor emérito das universidades Mackenzie, Unip, Unifieo, UniFMU, do Ciee/O Estado de São Paulo, das Escolas de Comando e Estado-Maior do Exército (Eceme), Superior de Guerra (ESG) e da Magistratura do Tribunal Regional Federal – 1ª Região, professor honorário das Universidades Austral (Argentina), San Martin de Porres (Peru) e Vasili Goldis (Romênia), doutor honoris causa das Universidades de Craiova (Romênia) e das PUCs PR e RS, catedrático da Universidade do Minho (Portugal), presidente do Conselho Superior de Direito da Fecomercio -SP, ex-presidente da Academia Paulista de Letras (APL) e do Instituto dos Advogados de São Paulo (Iasp).

quarta-feira, 29 de abril de 2026

BOMBA: SENADO REJEITA O FAVORITO DE LULA AO STF; VEJA O QUE ACONTECE AGORA

Especialista explica os próximos passos constitucionais para que outro indicado ao STF seja colocado à prova pelo senado.

O Advogado-Geral da União (AGU), Jorge Messias -  (crédito: Bruno Peres / Agência Brasil)

O Advogado-Geral da União (AGU), Jorge Messias - (crédito: Bruno Peres / Agência Brasil)

29 de abril de 2026 - 2 minutos para saber

O advogado-geral da União (AGU), Jorge Messias, não poderá ser indicado novamente pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) após o Plenário do Senado rejeitar a sua indicação ao Supremo Tribunal Federal (STF). Após mais de cinco meses da nomeação, 42 senadores reprovaram o nome ao STF, ante 31 votos. 

Diante desse cenário, Lula deverá apontar outra pessoa para ocupar o cargo deixado por ex-ministro do STF Luís Roberto Barroso, explica André Rosa, cientista político e professor da Universidade do Distrito Federal (UDF). 

"Messias é uma pessoa que já tentou ajudar Lula, em outros momentos da carreira política. Apesar de ter relação com um grupo cristão de cunho evangélico, tem mantido perfil mais neutro. É possível que seja eleito. No entanto, caso não seja, a situação se desenrolará em forma de derrota para o governo", explicou o professor. 

Para que fosse aprovado e assumisse a posição no STF, Messias precisaria de 41 votos favoráveis no Plenário do Senado. 

"Isso pode ainda refletir nas eleições, pois pode indicar Lula como alguém incapaz de articular o parlamento, assim como colocar Messias como uma pessoa de pouca autoridade. Em ano eleitoral, isso seria muito ruim, ainda mais com Fávio Bolsonaro (PL-RJ), tão próximo nas pesquisas. O grande impacto seria na opinião pública", acrescentou.  

  

FIFA DIVULGA RANKING DE CLUBES: CONFIRA

 


29 de abril de 2026 - 3 minutos para saber

A FIFA divulgou o ranking que servirá como base para a distribuição de vagas no Mundial de Clubes de 2029, inaugurando um modelo contínuo de pontuação ao longo do ciclo entre 2025 e 2028.

No primeiro recorte, o Palmeiras aparece na liderança entre os sul-americanos, indicando força na corrida por uma das vagas do continente.

O novo sistema soma pontos conforme o desempenho nas competições continentais, com três pontos por vitória, um por empate e bonificações por avanço de fase.

A ideia é tornar o processo mais transparente e menos dependente de resultados pontuais. Clubes que já conquistaram seus torneios, como o Flamengo na Libertadores e o Paris Saint-Germain na Europa, já têm vaga assegurada, enquanto os demais disputam posições via ranking.

Entre os times ainda sem classificação garantida, os líderes de cada confederação incluem nomes como Al Hilal na Ásia, Mamelodi Sundowns na África, Tigres UANL na CONCACAF e Arsenal na Europa, sinalizando uma disputa acirrada fora dos campeões.

Na América do Sul, o Palmeiras soma 53 pontos e lidera, seguido de perto pelo Flamengo, com 51. Na sequência aparecem a LDU, com 44 pontos, e os argentinos Racing Club e Estudiantes, ambos com 35.

O ranking também evidencia a presença massiva de clubes brasileiros: São Paulo FC é o sexto colocado, o Botafogo aparece em décimo e o Internacional ocupa a 15ª posição. 

Mais atrás, outros brasileiros seguem na disputa, como Fortaleza EC (18º), Bahia (24º) e Corinthians (26º), formando um bloco numeroso ainda com chances de classificação. Para a América do Sul, estão previstas seis vagas no torneio, o que amplia a concorrência interna.

A criação do ranking transforma a classificação em uma corrida de longo prazo, em que regularidade se torna tão importante quanto títulos.

Ainda assim, o cenário pode mudar rapidamente: se clubes brasileiros garantirem vagas por meio da Libertadores, o país pode atingir o limite de representantes, reduzindo o peso do ranking como porta de entrada.

Outro fator que pode alterar esse cenário é a possível candidatura do Brasil para sediar o torneio em 2029. Caso confirmada pela FIFA, o país ganharia uma vaga adicional automática, mudando diretamente o desenho da participação nacional na competição.

 

terça-feira, 28 de abril de 2026

VISITA DO MINISTRO DA SAÚDE REFORÇA POSIÇÃO DE VARGINHA COMO POLO REGIONAL DO SETOR: VEJA DETALHES

Alexandre Padilha  foi recebido pelo secretário municipal de Saúde, Heron Martins

28 de abril de 2026 - 2 minutos para saber

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, visitou Varginha no sábado (25) para discutir melhorias e expansão dos serviços de saúde no Sul de Minas. Recebido pelo secretário municipal de Saúde, Heron Martins, o encontro reuniu autoridades e gestores no Hospital Regional do Sul de Minas.

Durante a agenda, foram debatidos projetos estratégicos como a habilitação de serviços de Oftalmologia no Hospital Regional e a ampliação da Oncologia, além de melhorias estruturais e projetos de robótica no Hospital Bom Pastor.

A visita reforçou o papel de Varginha como polo regional de saúde, atendendo diversos municípios e ampliando o acesso da população a serviços especializados. Antes de chegar à cidade, o ministro também participou da inauguração de um centro de imagem no hospital de Poço Fundo.

Segundo a gestão municipal, os avanços representam fortalecimento da rede pública, ampliação da capacidade de atendimento e maior integração entre município, estado e governo federal para melhorar a assistência em saúde na região.

INFRAÇÃO GRAVÍSSIMA: RECUSA DE SOPRAR O BAFÔMETRO JÁ NÃO LIVRA DA PUNIÇÃO

 

Reprodução/Ilustração

 

28 de abril de 2026 - 2 minutos para saber

Muitos motoristas ainda acreditam que recusar o teste do bafômetro pode evitar punições da Lei Seca, mas a legislação brasileira passou a tratar essa decisão como infração gravíssima. Atualmente, a recusa pode gerar multa elevada, suspensão da CNH por até 12 meses e até retenção do veículo.

Além disso, autoridades de trânsito não dependem apenas do teste para aplicar penalidades. Sinais de embriaguez, imagens, depoimentos e outros indícios podem ser usados para caracterizar a infração, e em alguns casos a situação pode até resultar em responsabilização criminal.

Com o aumento das blitzes e da fiscalização em todo o país, especialmente em operações noturnas, condutores que dependem da carteira de habilitação para trabalhar estão entre os mais impactados. Segundo órgãos de trânsito, o objetivo é reforçar a segurança viária e reduzir acidentes causados pela combinação de álcool e direção.

 

EUA AVISA SOBRE OFENSIVA CONTRA CV E PCC NO BRASIL: QUADRILHAS SERÃO CLASSIFICADAS COMO 'GRUPOS TERRORISTAS INTERNACIONAIS'

Durante uma reunião, autoridades norte-americanas informaram que Washington está avançando na intenção de classificar o Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC) como organizações terroristas, mesmo diante da resistência do governo Lula.

EUA manda aviso ao Brasil e promete ofensiva contra CV e PCC

© The White House via X Account/Anadolu via Getty Images


28 de abril de 2026 - 2 minutos para saber


O governo dos Estados Unidos enviou um recado direto ao presidente do Banco Central do Brasil, Gabriel Galípolo, sobre uma possível mudança na forma de lidar com o crime organizado brasileiro. Durante uma reunião, autoridades norte-americanas informaram que Washington está avançando na intenção de classificar o Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC) como organizações terroristas, mesmo diante da resistência do governo Lula.

Segundo o Departamento de Estado, esses grupos movimentam grandes volumes de dinheiro por meio de esquemas de lavagem, e uma classificação mais rígida permitiria ampliar o combate financeiro contra essas organizações. A medida facilitaria ações para bloquear recursos e dificultar o acesso dessas facções ao sistema financeiro internacional. O aviso prévio ao Brasil foi interpretado como uma “deferência”, já que nem todos os países receberam esse tipo de comunicação antecipada. O México, por exemplo, não foi informado antes de os Estados Unidos classificarem seis cartéis como terroristas.

Caso se concretize, a inclusão de CV e PCC na lista de organizações terroristas estrangeiras (FTOs) representará uma mudança significativa na política externa americana para a América Latina. Esse enquadramento ativa mecanismos mais rigorosos do Departamento do Tesouro, permitindo o congelamento imediato de ativos em território americano e proibindo qualquer tipo de apoio material por indivíduos ou entidades sob jurisdição dos EUA. Na prática, isso cria obstáculos relevantes para o uso do sistema bancário global por esses grupos.

A iniciativa, no entanto, coloca o Brasil em uma posição diplomática sensível. O governo Lula e o Ministério da Justiça e Segurança Pública defendem tradicionalmente que o enfrentamento ao crime organizado deve ocorrer por meio de cooperação policial, e não como uma questão de segurança nacional internacionalizada.

A resistência brasileira se baseia no receio de que essa classificação abra margem para intervenções externas ou sanções indiretas, o que poderia impactar a soberania do país, além de gerar reflexos na economia e no setor de turismo.

Com Mundo ao Minuto

segunda-feira, 27 de abril de 2026

VICE-REITOR DO GRUPO UNIS PARTICIPA DE FÓRUM INTERNACIONAL COM INSTITUIÇÕES DE 13 PAÍSES EM SANTIAGO


O vice-reitor do Centro Universitário do Sul de Minas (Unis) e vice-presidente da FEPESMIG, Prof. Ricardo Morais Pereira, participou do I Foro de los Rectores de América Latina y Rusia, realizado entre os dias 22 e 24 de abril de 2026, em Santiago, no Chile.
 

O evento reuniu representantes de aproximadamente 55 instituições de ensino superior, provenientes de 13 países, consolidando-se como um importante espaço de diálogo internacional sobre os rumos da educação superior. Com o tema “Transformando o panorama educativo: innovaciones y desafíos para las Universidades”, o fórum promoveu debates sobre cooperação acadêmica, inovação, mobilidade estudantil, inteligência artificial e os desafios contemporâneos das universidades. 
 

A iniciativa contou com a participação e organização da Universidad Bernardo O’Higgins (UBO), instituição chilena parceira do Grupo Unis, reforçando os laços institucionais e acadêmicos já estabelecidos entre as duas organizações.
 

Durante o encontro, que contou com sessões plenárias e mesas temáticas, foram discutidas estratégias para fortalecimento da cooperação entre América Latina e Rússia, com foco em desenvolvimento científico, internacionalização e formação de profissionais alinhados às demandas globais da atualidade.
 

A participação do Unis reforça o posicionamento institucional no cenário internacional e amplia as possibilidades de parcerias estratégicas, intercâmbios acadêmicos e projetos conjuntos de pesquisa e inovação.

“Estar presente em um fórum dessa magnitude é fundamental para conectar o Unis às principais tendências sobre educação superior, além de abrir caminhos concretos para cooperação internacional”, destacou Prof. Ricardo.
 

A presença no evento integra a estratégia do Grupo Unis de internacionalização e fortalecimento de sua atuação acadêmica, consolidando a instituição como protagonista no desenvolvimento educacional e científico no Brasil e no exterior.

 

 

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VOCÊ SABE O QUE SIGNIFICA ESSA PLACA DE TRÂNSITO? ENTENDA


 27 de abril de 2026 - 1 minutos para saber

Identificar corretamente cada placa de trânsito é uma habilidade indispensável para a segurança nas vias. O triângulo com bordas vermelhas e um símbolo circular ao centro sinaliza uma passagem de nível, indicando o cruzamento da via com uma via férrea.

Qual é a função dessa placa de advertência?

Diferente das placas circulares, os triângulos têm a função de alertar sobre perigos iminentes. De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro, o símbolo que parece um círculo é a representação estilizada da frente de um trem ou dos trilhos cruzados.

Essa placa de trânsito exige que o motorista reduza a velocidade e prepare-se para uma parada eventual. O objetivo principal é evitar colisões em áreas onde a prioridade de passagem é sempre da composição ferroviária, devido ao seu grande peso e longa distância de frenagem.

GOVERNO PREVÊ DERROTA: VETO DE LULA DEVERÁ SER REVERTIDO

Ilustração/Reprodução



 27 de abril de 2026 - 2 minutos para saber


O Congresso Nacional deve realizar, no dia 30 de abril, a primeira sessão conjunta de 2026 para decidir se mantém ou derruba o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao chamado PL da Dosimetria. A proposta prevê a redução de penas para condenados pelos atos de 8 de janeiro e poderia beneficiar o ex-presidente Jair Bolsonaro.

A oposição, que tem maioria na Câmara, trabalha para derrubar o veto e espera alcançar ampla votação favorável. Já o governo concentra esforços no Senado, onde vê mais chances de manter a decisão presidencial, especialmente com o voto secreto, que pode influenciar parlamentares indecisos.

O projeto altera regras de punição, reduzindo penas em casos específicos, como crimes cometidos em multidões, e flexibilizando a progressão de regime. Governistas argumentam que a proposta pode enfraquecer decisões judiciais e beneficiar réus de forma direcionada, enquanto opositores defendem a revisão das punições.

A votação é vista como um teste político importante entre governo e oposição às vésperas das eleições de 2026. Caso o veto seja derrubado nas duas casas, o projeto entra em vigor; se não houver maioria suficiente em uma delas, o veto será mantido.

FREI GILSON RESPONDE COM FIRMEZA SOBRE 4T4QU3S E EMOCIONA AO DAR LIÇÃO DE FÉ; VEJA VÍDEO

Reprodução/Ilustraçãoo


 27 de abril de 2026 - 2 minutos para saber

O sacerdote Frei Gilson voltou a chamar atenção ao responder críticas com uma postura considerada por muitos como exemplar, marcada por serenidade e firmeza, o que rapidamente repercutiu nas redes sociais e gerou uma onda de comentários divididos entre apoio e questionamentos; sem elevar o tom, ele destacou que “a fé não precisa gritar para ser forte”, frase que foi amplamente compartilhada e interpretada como uma indireta a ataques recentes, reforçando sua imagem de líder espiritual equilibrado, ao mesmo tempo em que reacende o debate sobre posicionamentos religiosos no espaço público e até que ponto figuras de fé devem ou não se posicionar diante de críticas e polêmicas.

VEJA VÍDEO

Com Diário do BR

BRASIL JÁ TEM 12 PRÉ-CANDIDATOS À PRESIDÊNCIA NAS ELEIÇÕES DE 2026: CONFIRA OS NOMES

 27 de abril de 2026 - 2 minutos para saber

Embora o processo eleitoral ainda não tenha sido oficialmente iniciado, as movimentações políticas para 2026 já estão em curso. As convenções partidárias, etapa que oficializa as candidaturas, estão previstas para ocorrer entre 20 de julho e 5 de agosto, mas, ainda assim, diversos grupos políticos já indicaram seus possíveis nomes na disputa pelo Palácio do Planalto.

Entre os nomes está Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que deve buscar a permanência no cargo. A expectativa é de que sua candidatura à reeleição seja confirmada quando o calendário eleitoral permitir a formalização.

No campo da oposição, mudanças importantes redesenharam a estratégia eleitoral. O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) não participará do pleito. Nesse contexto, o senador Flávio Bolsonaro (PL) foi escolhido como o seu sucessor e já lidera pesquisas.

A definição impactou diretamente outros possíveis candidatos. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), que vinha sendo apontado como um nome forte, optou por não entrar na disputa nacional e deve concentrar esforços em sua permanência no governo estadual.

Outras movimentações também alteraram o quadro inicial. Ratinho Júnior (PSD), que figurava entre possíveis postulantes, decidiu retirar seu nome da corrida e permanecer à frente do governo do Paraná até o fim do mandato.

Com isso, o PSD reorganizou sua estratégia e passou a apostar no governador de Goiás, Ronaldo Caiado, como candidato à Presidência. Já Eduardo Leite (PSD), governador do Rio Grande do Sul, seguiu caminho semelhante e abriu mão da disputa para concluir sua gestão estadual.

Além desses nomes mais conhecidos, a lista de pré-candidatos reúne políticos de diferentes espectros ideológicos, incluindo figuras tradicionais e representantes de partidos menores, o que amplia a diversidade do debate eleitoral.

Veja os nomes que já aparecem como pré-candidatos à Presidência da República em 2026:

Flávio Bolsonaro (PL)
Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
Aldo Rebelo (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Edmilson Costa (PCB)
Hertz Dias (PSTU)
Renan Santos (Missão)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)

Com o avanço do calendário eleitoral, novas alianças, desistências e possíveis candidaturas ainda devem surgir, tornando o cenário mais dinâmico. Até a oficialização das chapas, o quadro permanece aberto e sujeito a mudanças que podem redefinir os rumos da disputa presidencial em 2026.