terça-feira, 5 de maio de 2026

VARGINHA RECEBE DOAÇÃO DE ÁREA REMANESCENTE DE MATA ATLÂNTICA

Área doada fica na 'Barra da Palmela', divisa do muicípio com Três Corações

05 de maio de 2026 - 2 minutos para saber

O município de Varginha ganhou uma área de mais de 44.000m² avaliada em mais de R$ 1,2 milhão, coberta por mata natural caracterizada como remanescente de Mata Atlântica.

O doador é o professor e sociólogo Argemiro Procópio Filho dono da área localizada na Barra do Palmela, região da divisa com o município de Três Corações. 

O município terá que manter a integral preservação da mata nativa, promover a manutenção, conservação e proteção. Também terá que implantar um parque ecológico municipal para educação ambiental, pesquisa científica e visitação pública disciplinada. 

A denominação será Parque Ecológico Municipal Prof. Argemiro Procópio. 

“Varginha agradece esse presente, essa área de mata nativa que abriga espécies que nasceram naturalmente na região, mantendo viva a biodiversidade e os ecossistemas originais que será um celeiro para a educação ambiental e conscientização da importância da sustentabilidade”, afirma o prefeito Leonardo Ciacci que em nome do município agradece o professor Argemiro Procópio Filho e família por essa importante doação.

COM ASCOM/PMV

segunda-feira, 4 de maio de 2026

VACINA CONTRA MENINGITE B ESTÁ FORA DO SUS: GOVERNO LULA MANTÉM IMUNIZANTE RESTRITO À REDE PRIVADA

 Ministério da Saúde cita alto custo; dose unitária supera R$ 800 em clínicas e, no esquema tríplice, valor ultrapassa R$ 2 mil.


Reprodução/Ilustração



04 de maio de 2026 - 2 minutos para saber

Sob Lula, o Ministério da Saúde decidiu não incorporar ao SUS a vacina contra meningite do tipo B para crianças menores de 1 ano. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União, mantendo o imunizante fora do calendário público infantil.

Com isso, a proteção contra o sorogrupo mais frequente da doença meningocócica no país seguirá disponível apenas na rede privada. O quantitativo disponível atenderia apenas 15% da demanda nacional e o custo da oferta ultrapassaria R$ 5,5 bilhões em cinco anos.

Quem quiser imunizar o filho paga entre R$ 600 e R$ 750 por dose, podendo chegar a mais de R$ 2 mil no esquema completo.

A decisão da Conitec alega fatores econômicos e técnicos. Entre eles estão o alto custo da vacina e o impacto no orçamento público, além de análises que apontaram relação custo-efetividade desfavorável para inclusão ampla no sistema. Também pesaram, segundo a pasta, incertezas sobre a duração da proteção oferecida pelo imunizante e seu impacto na redução da circulação da bactéria.

O orçamento anual do Programa Nacional de Imunizações é de R$ 8 bilhões para mais de 30 vacinas. Incorporar a meningite B custaria, sozinha, quase 70% desse valor ao ano. A decisão não é definitiva e pode ser revista futuramente caso surjam novas evidências científicas ou haja redução de custos.

O problema é que a doença não espera reavaliações. Em 2025, foram registrados 2.357 casos de meningite bacteriana no Brasil, com 454 mortes. Desses, 138 casos foram atribuídos ao sorogrupo B, que causou 21 óbitos.

Entre 10% e 20% dos sobreviventes sofrem sequelas graves como surdez, amputações ou comprometimentos neurológicos. No Brasil, a letalidade média da doença meningocócica nos últimos anos foi de 24%, mais do dobro da média mundial de 10%.

Sem tratamento, a meningite pode ser fatal em até 50% dos casos. O sorogrupo B é o mais prevalente entre crianças de 0 a 4 anos, justamente a faixa mais vulnerável e o público-alvo da vacina rejeitada.

GCM, VIGILÂNCIA AMBIENTAL E CENTRO POP FAZEM RETIRADA DE BARRACO IMPROVISADO USADO PARRA O TRAFICO DE DROGAS E PROSTITUIÇÃO

 

Foto: ASCOM/PMV/VA

02 de maio de 2026 - 2 minutos para saber

Uma ação integrada entre a Vigilância Ambiental, Guarda Municipal e Centro Pop resultou, na tarde desta semana, na retirada de um barraco improvisado instalado entre os bairros São Francisco e Sion, após denúncias de uso do espaço para tráfico de drogas, prostituição e práticas que colocavam em risco a segurança e a saúde da população.

Segundo a operação, o local já vinha sendo monitorado devido ao acúmulo de lixo, proliferação de vetores e recorrentes reclamações de moradores sobre criminalidade e degradação urbana. Durante a ação, a Vigilância Ambiental realizou a limpeza, remoção de entulhos e higienização da área, buscando eliminar riscos sanitários.

A Guarda Municipal atuou para garantir a segurança das equipes envolvidas e assegurar o cumprimento da operação sem incidentes. Já o Centro Pop promoveu abordagem social e humanizada, oferecendo acolhimento e assistência a possíveis ocupantes em situação de vulnerabilidade.

De acordo com a administração municipal, a medida tem como principal objetivo restabelecer a sensação de segurança na comunidade, impedir a reocupação irregular do espaço e combater pontos que favoreçam atividades ilícitas. O poder público informou ainda que o monitoramento será reforçado para evitar novas ocupações clandestinas na região.

CENTRO ESPORTIVO VARGINHENSE VOLTA AO JOGO: ANTIGO VTC COMEÇA A SER UTILIZADO PELA COMUNIDADE VARGINHENSE

Entrada do antigo VTC, agora, Centro Esportivo Varginhense

04 de maio de 2026 - 3 minutos para saber

A sexta-feira (1º) começou com clima de estreia em Varginha. Após um período de obras, o tradicional Centro Esportivo Varginhense (CEV) foi reinaugurado e já está pronto para receber a comunidade com cara nova — e espírito de time campeão.

O espaço, que muitos ainda lembram como o antigo Varginha Tênis Clube, agora integra de vez o patrimônio do município. A cessão definitiva pelo governo do estado destravou um antigo impasse e abriu caminho para a revitalização conduzida pela gestão do prefeito Leonardo Ciacci.

Nesta primeira etapa, a transformação se concentrou na parte inferior do complexo — e não foi pouca coisa. O campo de futebol society ganhou nova vida, a tradicional cancha de bocha passou por melhorias e o local ainda recebeu uma área voltada à recreação esportiva. Para completar, um espaço infantil foi planejado para garantir que as famílias também entrem em campo, mesmo fora das quatro linhas.

Mais do que obra, a entrega tem um significado simbólico: o CEV deixa de ser um espaço subutilizado para voltar ao cotidiano da cidade como ponto de encontro, lazer e prática esportiva. A iniciativa também dá sequência a um processo iniciado ainda na gestão do ex-prefeito Verdi Lúcio Melo, quando a cessão do espaço começou a sair do papel.

A atual administração não esconde que o jogo ainda não acabou. Novas etapas de intervenção já estão previstas, com a promessa de ampliar ainda mais o uso do complexo.

Por enquanto, a bola já está rolando — literalmente. E, pelo visto, com torcida garantida

sábado, 2 de maio de 2026

IVES GANDRA: HONRA NÃO TEM PREÇO, TEM VALOR


02 de maio de m2026 - 4 minutos para saber

Ministros do Supremo Tribunal Federal têm se considerado atingidos em sua honra por críticas de fulano, beltrano, sicrano e, inclusive, de candidatos à Presidência.

Pessoalmente, tenho uma opinião a respeito da indenização por danos morais. Certa vez, participava de um congresso no Rio de Janeiro com o ministro Moreira Alves, e nós dois tínhamos como tema da palestra a “quantificação de indenização por danos morais”.

Naquela oportunidade, o ministro Moreira Alves, grande civilista, defendia que nós temos que quantificar a honra e que se trata de um pretium doloris — um preço da dor. Desde aquela época, entretanto, defendi a tese de que a minha honra não tem preço.

Nunca vou entrar com uma ação judicial contra alguém que pretenda me ofender. Conhecendo quem sou e sabendo que, às vezes, trata-se de uma mera agressão, nunca respondo, pois a melhor forma de responder é não dando atenção.

Ao contrário do ministro Moreira Alves, que defendeu a necessidade de haver um pretium doloris, dizia e digo o seguinte: a honra não tem preço; ela não está no mercado, valendo "tanto" ou "tanto". Eu defendia e continuo defendendo que a honra verdadeira não tem preço.

Mas o que vemos hoje tem, sobretudo, um viés político, pois quando se procura atingir um candidato à Presidência da República, um deputado, um senador ou um ministro da Suprema Corte, a pessoa reage, demonstrando que realmente foi afetada pela manifestação de quem está dizendo.

Além disso, a judicialização das críticas — especialmente por parte de quem detém o poder — acaba por criar um efeito inibidor na liberdade de expressão. Quando figuras públicas reagem a qualquer contestação com processos, não protegem apenas sua honra; inadvertidamente, sinalizam que o debate democrático é perigoso e deve ser contido. Isso transforma o Poder Judiciário em uma arena de vaidades, onde questões que deveriam ser resolvidas no campo do debate público ou da indiferença soberana passam a ocupar uma pauta que deveria ser reservada a temas de real interesse coletivo.

É preciso distinguir, portanto, a crítica ácida ou o insulto gratuito da calúnia ou difamação propriamente ditas, que possuem contornos legais definidos. A honra, em sua acepção subjetiva — o sentimento que temos de nós mesmos —, não pode ser tutelada pelo Estado. Quando um magistrado ou um político utiliza a máquina judicial para punir ofensas menores, ele transfere a outros a responsabilidade por sua própria estabilidade emocional, o que, ironicamente, diminui a estatura moral do cargo que ocupa.

Reafirmo: quem tem, verdadeiramente, honra pouco se importa com a opinião alheia. A pessoa mais importante — que é Cristo, para mim o próprio Deus — não deu atenção aos ataques que sofreu e perdoou a todos quando estava na cruz. Ora, nós, que somos um ponto temporário no Universo, dizer “fui atacado na minha honra e ela tem um preço” é, no mínimo, curioso.

Quem ataca, sim, demonstra queHonra não tem preço, tem valor

Ministros do Supremo Tribunal Federal têm se considerado atingidos em sua honra por críticas de fulano, beltrano, sicrano e, inclusive, de candidatos à Presidência.

Pessoalmente, tenho uma opinião a respeito da indenização por danos morais. Certa vez, participava de um congresso no Rio de Janeiro com o ministro Moreira Alves, e nós dois tínhamos como tema da palestra a “quantificação de indenização por danos morais”.

Naquela oportunidade, o ministro Moreira Alves, grande civilista, defendia que nós temos que quantificar a honra e que se trata de um pretium doloris — um preço da dor. Desde aquela época, entretanto, defendi a tese de que a minha honra não tem preço.

Nunca vou entrar com uma ação judicial contra alguém que pretenda me ofender. Conhecendo quem sou e sabendo que, às vezes, trata-se de uma mera agressão, nunca respondo, pois a melhor forma de responder é não dando atenção.

Ao contrário do ministro Moreira Alves, que defendeu a necessidade de haver um pretium doloris, dizia e digo o seguinte: a honra não tem preço; ela não está no mercado, valendo "tanto" ou "tanto". Eu defendia e continuo defendendo que a honra verdadeira não tem preço.

Mas o que vemos hoje tem, sobretudo, um viés político, pois quando se procura atingir um candidato à Presidência da República, um deputado, um senador ou um ministro da Suprema Corte, a pessoa reage, demonstrando que realmente foi afetada pela manifestação de quem está dizendo.

Além disso, a judicialização das críticas — especialmente por parte de quem detém o poder — acaba por criar um efeito inibidor na liberdade de expressão. Quando figuras públicas reagem a qualquer contestação com processos, não protegem apenas sua honra; inadvertidamente, sinalizam que o debate democrático é perigoso e deve ser contido. Isso transforma o Poder Judiciário em uma arena de vaidades, onde questões que deveriam ser resolvidas no campo do debate público ou da indiferença soberana passam a ocupar uma pauta que deveria ser reservada a temas de real interesse coletivo.

É preciso distinguir, portanto, a crítica ácida ou o insulto gratuito da calúnia ou difamação propriamente ditas, que possuem contornos legais definidos. A honra, em sua acepção subjetiva — o sentimento que temos de nós mesmos —, não pode ser tutelada pelo Estado. Quando um magistrado ou um político utiliza a máquina judicial para punir ofensas menores, ele transfere a outros a responsabilidade por sua própria estabilidade emocional, o que, ironicamente, diminui a estatura moral do cargo que ocupa.

Reafirmo: quem tem, verdadeiramente, honra pouco se importa com a opinião alheia. A pessoa mais importante — que é Cristo, para mim o próprio Deus — não deu atenção aos ataques que sofreu e perdoou a todos quando estava na cruz. Ora, nós, que somos um ponto temporário no Universo, dizer “fui atacado na minha honra e ela tem um preço” é, no mínimo, curioso.

Quem ataca, sim, demonstra que não tem honra. E quem reage está dando um preço à sua honra e, ao mesmo tempo, desvalorizando-a. Por esta razão, pessoalmente, nunca respondo, nem dou atenção.

Acredito, pois, que a melhor forma de mostrar que aquela agressão não vale nada é desconsiderá-la; é não dar importância, considerá-la sem relevo. Sendo assim, ao contrário do meu queridíssimo e saudoso amigo Moreira Alves, eu sempre dizia e digo: a minha honra não tem preço.

O silêncio diante da injúria não é sinal de fraqueza, mas de superioridade. Quem ocupa postos de mando deve compreender que a autoridade não emana da capacidade de silenciar críticos através de sentenças, mas da solidez de um caráter que entende que a verdadeira honra, por ser inalienável, jamais deveria ser objeto de compensação pecuniária.

Quem dá preço à sua honra é porque, realmente, a ela não dá muito valor.

Acredito, pois, que a melhor forma de mostrar que aquela agressão não vale nada é desconsiderá-la; é não dar importância, considerá-la sem relevo. Sendo assim, ao contrário do meu queridíssimo e saudoso amigo Moreira Alves, eu sempre dizia e digo: a minha honra não tem preço.

O silêncio diante da injúria não é sinal de fraqueza, mas de superioridade. Quem ocupa postos de mando deve compreender que a autoridade não emana da capacidade de silenciar críticos através de sentenças, mas da solidez de um caráter que entende que a verdadeira honra, por ser inalienável, jamais deveria ser objeto de compensação pecuniária.

Quem dá preço à sua honra é porque, realmente, a ela não dá muito valor.


Ives Gandra da Silva Martins é professor emérito das universidades Mackenzie, Unip, Unifieo, UniFMU, do Ciee/O Estado de São Paulo, das Escolas de Comando e Estado-Maior do Exército (Eceme), Superior de Guerra (ESG) e da Magistratura do Tribunal Regional Federal – 1ª Região, professor honorário das Universidades Austral (Argentina), San Martin de Porres (Peru) e Vasili Goldis (Romênia), doutor honoris causa das Universidades de Craiova (Romênia) e das PUCs PR e RS, catedrático da Universidade do Minho (Portugal), presidente do Conselho Superior de Direito da Fecomercio -SP, ex-presidente da Academia Paulista de Letras (APL) e do Instituto dos Advogados de São Paulo (Iasp).

quarta-feira, 29 de abril de 2026

BOMBA: SENADO REJEITA O FAVORITO DE LULA AO STF; VEJA O QUE ACONTECE AGORA

Especialista explica os próximos passos constitucionais para que outro indicado ao STF seja colocado à prova pelo senado.

O Advogado-Geral da União (AGU), Jorge Messias -  (crédito: Bruno Peres / Agência Brasil)

O Advogado-Geral da União (AGU), Jorge Messias - (crédito: Bruno Peres / Agência Brasil)

29 de abril de 2026 - 2 minutos para saber

O advogado-geral da União (AGU), Jorge Messias, não poderá ser indicado novamente pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) após o Plenário do Senado rejeitar a sua indicação ao Supremo Tribunal Federal (STF). Após mais de cinco meses da nomeação, 42 senadores reprovaram o nome ao STF, ante 31 votos. 

Diante desse cenário, Lula deverá apontar outra pessoa para ocupar o cargo deixado por ex-ministro do STF Luís Roberto Barroso, explica André Rosa, cientista político e professor da Universidade do Distrito Federal (UDF). 

"Messias é uma pessoa que já tentou ajudar Lula, em outros momentos da carreira política. Apesar de ter relação com um grupo cristão de cunho evangélico, tem mantido perfil mais neutro. É possível que seja eleito. No entanto, caso não seja, a situação se desenrolará em forma de derrota para o governo", explicou o professor. 

Para que fosse aprovado e assumisse a posição no STF, Messias precisaria de 41 votos favoráveis no Plenário do Senado. 

"Isso pode ainda refletir nas eleições, pois pode indicar Lula como alguém incapaz de articular o parlamento, assim como colocar Messias como uma pessoa de pouca autoridade. Em ano eleitoral, isso seria muito ruim, ainda mais com Fávio Bolsonaro (PL-RJ), tão próximo nas pesquisas. O grande impacto seria na opinião pública", acrescentou.  

  

FIFA DIVULGA RANKING DE CLUBES: CONFIRA

 


29 de abril de 2026 - 3 minutos para saber

A FIFA divulgou o ranking que servirá como base para a distribuição de vagas no Mundial de Clubes de 2029, inaugurando um modelo contínuo de pontuação ao longo do ciclo entre 2025 e 2028.

No primeiro recorte, o Palmeiras aparece na liderança entre os sul-americanos, indicando força na corrida por uma das vagas do continente.

O novo sistema soma pontos conforme o desempenho nas competições continentais, com três pontos por vitória, um por empate e bonificações por avanço de fase.

A ideia é tornar o processo mais transparente e menos dependente de resultados pontuais. Clubes que já conquistaram seus torneios, como o Flamengo na Libertadores e o Paris Saint-Germain na Europa, já têm vaga assegurada, enquanto os demais disputam posições via ranking.

Entre os times ainda sem classificação garantida, os líderes de cada confederação incluem nomes como Al Hilal na Ásia, Mamelodi Sundowns na África, Tigres UANL na CONCACAF e Arsenal na Europa, sinalizando uma disputa acirrada fora dos campeões.

Na América do Sul, o Palmeiras soma 53 pontos e lidera, seguido de perto pelo Flamengo, com 51. Na sequência aparecem a LDU, com 44 pontos, e os argentinos Racing Club e Estudiantes, ambos com 35.

O ranking também evidencia a presença massiva de clubes brasileiros: São Paulo FC é o sexto colocado, o Botafogo aparece em décimo e o Internacional ocupa a 15ª posição. 

Mais atrás, outros brasileiros seguem na disputa, como Fortaleza EC (18º), Bahia (24º) e Corinthians (26º), formando um bloco numeroso ainda com chances de classificação. Para a América do Sul, estão previstas seis vagas no torneio, o que amplia a concorrência interna.

A criação do ranking transforma a classificação em uma corrida de longo prazo, em que regularidade se torna tão importante quanto títulos.

Ainda assim, o cenário pode mudar rapidamente: se clubes brasileiros garantirem vagas por meio da Libertadores, o país pode atingir o limite de representantes, reduzindo o peso do ranking como porta de entrada.

Outro fator que pode alterar esse cenário é a possível candidatura do Brasil para sediar o torneio em 2029. Caso confirmada pela FIFA, o país ganharia uma vaga adicional automática, mudando diretamente o desenho da participação nacional na competição.

 

terça-feira, 28 de abril de 2026

VISITA DO MINISTRO DA SAÚDE REFORÇA POSIÇÃO DE VARGINHA COMO POLO REGIONAL DO SETOR: VEJA DETALHES

Alexandre Padilha  foi recebido pelo secretário municipal de Saúde, Heron Martins

28 de abril de 2026 - 2 minutos para saber

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, visitou Varginha no sábado (25) para discutir melhorias e expansão dos serviços de saúde no Sul de Minas. Recebido pelo secretário municipal de Saúde, Heron Martins, o encontro reuniu autoridades e gestores no Hospital Regional do Sul de Minas.

Durante a agenda, foram debatidos projetos estratégicos como a habilitação de serviços de Oftalmologia no Hospital Regional e a ampliação da Oncologia, além de melhorias estruturais e projetos de robótica no Hospital Bom Pastor.

A visita reforçou o papel de Varginha como polo regional de saúde, atendendo diversos municípios e ampliando o acesso da população a serviços especializados. Antes de chegar à cidade, o ministro também participou da inauguração de um centro de imagem no hospital de Poço Fundo.

Segundo a gestão municipal, os avanços representam fortalecimento da rede pública, ampliação da capacidade de atendimento e maior integração entre município, estado e governo federal para melhorar a assistência em saúde na região.

INFRAÇÃO GRAVÍSSIMA: RECUSA DE SOPRAR O BAFÔMETRO JÁ NÃO LIVRA DA PUNIÇÃO

 

Reprodução/Ilustração

 

28 de abril de 2026 - 2 minutos para saber

Muitos motoristas ainda acreditam que recusar o teste do bafômetro pode evitar punições da Lei Seca, mas a legislação brasileira passou a tratar essa decisão como infração gravíssima. Atualmente, a recusa pode gerar multa elevada, suspensão da CNH por até 12 meses e até retenção do veículo.

Além disso, autoridades de trânsito não dependem apenas do teste para aplicar penalidades. Sinais de embriaguez, imagens, depoimentos e outros indícios podem ser usados para caracterizar a infração, e em alguns casos a situação pode até resultar em responsabilização criminal.

Com o aumento das blitzes e da fiscalização em todo o país, especialmente em operações noturnas, condutores que dependem da carteira de habilitação para trabalhar estão entre os mais impactados. Segundo órgãos de trânsito, o objetivo é reforçar a segurança viária e reduzir acidentes causados pela combinação de álcool e direção.

 

EUA AVISA SOBRE OFENSIVA CONTRA CV E PCC NO BRASIL: QUADRILHAS SERÃO CLASSIFICADAS COMO 'GRUPOS TERRORISTAS INTERNACIONAIS'

Durante uma reunião, autoridades norte-americanas informaram que Washington está avançando na intenção de classificar o Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC) como organizações terroristas, mesmo diante da resistência do governo Lula.

EUA manda aviso ao Brasil e promete ofensiva contra CV e PCC

© The White House via X Account/Anadolu via Getty Images


28 de abril de 2026 - 2 minutos para saber


O governo dos Estados Unidos enviou um recado direto ao presidente do Banco Central do Brasil, Gabriel Galípolo, sobre uma possível mudança na forma de lidar com o crime organizado brasileiro. Durante uma reunião, autoridades norte-americanas informaram que Washington está avançando na intenção de classificar o Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC) como organizações terroristas, mesmo diante da resistência do governo Lula.

Segundo o Departamento de Estado, esses grupos movimentam grandes volumes de dinheiro por meio de esquemas de lavagem, e uma classificação mais rígida permitiria ampliar o combate financeiro contra essas organizações. A medida facilitaria ações para bloquear recursos e dificultar o acesso dessas facções ao sistema financeiro internacional. O aviso prévio ao Brasil foi interpretado como uma “deferência”, já que nem todos os países receberam esse tipo de comunicação antecipada. O México, por exemplo, não foi informado antes de os Estados Unidos classificarem seis cartéis como terroristas.

Caso se concretize, a inclusão de CV e PCC na lista de organizações terroristas estrangeiras (FTOs) representará uma mudança significativa na política externa americana para a América Latina. Esse enquadramento ativa mecanismos mais rigorosos do Departamento do Tesouro, permitindo o congelamento imediato de ativos em território americano e proibindo qualquer tipo de apoio material por indivíduos ou entidades sob jurisdição dos EUA. Na prática, isso cria obstáculos relevantes para o uso do sistema bancário global por esses grupos.

A iniciativa, no entanto, coloca o Brasil em uma posição diplomática sensível. O governo Lula e o Ministério da Justiça e Segurança Pública defendem tradicionalmente que o enfrentamento ao crime organizado deve ocorrer por meio de cooperação policial, e não como uma questão de segurança nacional internacionalizada.

A resistência brasileira se baseia no receio de que essa classificação abra margem para intervenções externas ou sanções indiretas, o que poderia impactar a soberania do país, além de gerar reflexos na economia e no setor de turismo.

Com Mundo ao Minuto

segunda-feira, 27 de abril de 2026

VICE-REITOR DO GRUPO UNIS PARTICIPA DE FÓRUM INTERNACIONAL COM INSTITUIÇÕES DE 13 PAÍSES EM SANTIAGO


O vice-reitor do Centro Universitário do Sul de Minas (Unis) e vice-presidente da FEPESMIG, Prof. Ricardo Morais Pereira, participou do I Foro de los Rectores de América Latina y Rusia, realizado entre os dias 22 e 24 de abril de 2026, em Santiago, no Chile.
 

O evento reuniu representantes de aproximadamente 55 instituições de ensino superior, provenientes de 13 países, consolidando-se como um importante espaço de diálogo internacional sobre os rumos da educação superior. Com o tema “Transformando o panorama educativo: innovaciones y desafíos para las Universidades”, o fórum promoveu debates sobre cooperação acadêmica, inovação, mobilidade estudantil, inteligência artificial e os desafios contemporâneos das universidades. 
 

A iniciativa contou com a participação e organização da Universidad Bernardo O’Higgins (UBO), instituição chilena parceira do Grupo Unis, reforçando os laços institucionais e acadêmicos já estabelecidos entre as duas organizações.
 

Durante o encontro, que contou com sessões plenárias e mesas temáticas, foram discutidas estratégias para fortalecimento da cooperação entre América Latina e Rússia, com foco em desenvolvimento científico, internacionalização e formação de profissionais alinhados às demandas globais da atualidade.
 

A participação do Unis reforça o posicionamento institucional no cenário internacional e amplia as possibilidades de parcerias estratégicas, intercâmbios acadêmicos e projetos conjuntos de pesquisa e inovação.

“Estar presente em um fórum dessa magnitude é fundamental para conectar o Unis às principais tendências sobre educação superior, além de abrir caminhos concretos para cooperação internacional”, destacou Prof. Ricardo.
 

A presença no evento integra a estratégia do Grupo Unis de internacionalização e fortalecimento de sua atuação acadêmica, consolidando a instituição como protagonista no desenvolvimento educacional e científico no Brasil e no exterior.

 

 

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