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| Imagem reproduzida/Ilustrattiva - Plenário da CMVV |
30/03/2026 | 3 min para saber
A atual legislatura da Câmara Municipal de Varginha está sendo marcada por um cenário incomum e até inédito na política local: uma sucessão de trocas de vereadores que já entra para a história do município. Nunca antes tantos parlamentares foram substituídos em um único mandato, evidenciando um período de instabilidade e reconfiguração no Legislativo varginhense.
Até o momento, quatro vereadores deixaram seus cargos por diferentes motivos — jurídicos, de saúde e disciplinares — provocando uma verdadeira “dança das cadeiras” no plenário.
Os primeiros a perderem seus mandatos foram Dr. Lucas e Dr. Guedes. Ambos foram afastados em razão do não cumprimento da legislação eleitoral, especificamente no que diz respeito à cota mínima de candidaturas femininas exigida por lei. A decisão impactou diretamente a composição da Câmara, abrindo espaço para a posse de Miguel da Saúde e Cássio Chiotti.
Na sequência, o vereador Rogério Bueno, nome já conhecido por sua atuação em legislaturas anteriores, precisou se afastar do cargo por motivos de saúde. Em seu lugar, assumiu Mônica Cardoso, que passou a integrar os trabalhos legislativos.
Mais recentemente, um dos episódios de maior repercussão política: a cassação, por unanimidade, do mandato de Marquinho da Cooperativa, ex-presidente da Câmara. A decisão foi motivada por quebra de decoro parlamentar, encerrando mais um ciclo dentro da atual legislatura. Para sua vaga, foi convocado Monteceli.
Com tantas mudanças em um curto espaço de tempo, o cenário político levanta questionamentos entre a população e analistas: a composição da Câmara finalmente se estabilizou ou novas mudanças ainda podem ocorrer até o fim do mandato?
Na chamada “terra do ET”, conhecida nacionalmente pelo famoso caso ufológico, a política local parece viver seu próprio enredo de reviravoltas — desta vez, bem real e dentro do plenário.
| Ilustração/Reprodução |
30/03/2026 | 2 min para saber
O piloto Rogério Mercaldi, que vem ganhando destaque nas redes mostrando os bastidores reais da aviação, compartilha mais um momento de tirar o fôlego: a aproximação no aeroporto de Congonhas.
“Vamos comigo cruzar as nuvens e pousar em Congonhas? Não me canso de ver essa selva de pedras! ”, comentou o piloto.
Um novo estudo lançou luz sobre as misteriosas “pedras de dragão” da Armênia — os gigantescos monumentos pré-históricos chamados localmente de vishaps — finalmente respondendo a uma questão que intrigava pesquisadores há mais de um século. Com até 5,5 metros de altura e pesando várias toneladas, essas pedras esculpidas, frequentemente em formato de peixe ou de pele de vaca, são encontradas espalhadas irregularmente pelas terras altas armênias. Durante muito tempo consideradas parte de um culto esquecido, novas evidências sugerem que elas eram usadas em antigos rituais ligados à água e em práticas primitivas de irrigação.

A pesquisa, conduzida por pesquisadores da Universidade Estadual de Yerevan e do Instituto de Arqueologia e Etnografia, analisou 115 vishaps (pedras sagradas) em toda a região. Publicado na revista npj Heritage Science, o estudo é o primeiro exame estatístico dos monumentos, utilizando datação por radiocarbono, análise espacial e medições precisas. As descobertas revelam que as pedras foram colocadas deliberadamente perto de nascentes, lagos e canais de irrigação pré-históricos, sugerindo que eram utilizadas como marcadores sagrados em um sistema complexo de gestão da água.
Datadas entre 4200 e 4000 a.C., as pedras em forma de dragão pertencem ao período Calcolítico e são comparáveis às primeiras fases de construção de outros mega-sítios, como Stonehenge . Os pesquisadores determinaram que as pedras se dividem em dois grupos distintos. As pedras em forma de peixe encontram-se em altitudes mais elevadas — em um ponto a mais de 2.700 metros acima do nível do mar — próximas a fontes naturais de água, enquanto os exemplares em forma de pele de vaca são mais comuns em altitudes médias, em vales onde a água era utilizada para a agricultura. Esse padrão de distribuição coincide com antigas zonas de irrigação, corroborando teorias propostas há quase um século.
O processo de extração, talha e transporte das pedras foi gigantesco. A maioria é feita de basalto ou andesito local, mas algumas pesam mais de quatro toneladas. A maior delas, Karakap 3, foi erguida a uma altitude superior a 2.774 metros, contrariando a especulação de que monumentos menores seriam construídos em áreas com curtos períodos de trabalho sem neve. Na verdade, os construtores se dedicaram a transportar pedras enormes para áreas de alta altitude, uma atividade que exigiu mão de obra organizada, planejamento e fornecimento de suprimentos para os trabalhadores em condições climáticas extremas nas montanhas.

A localização estratégica dos monumentos enfatizava a importância simbólica e cultural que as comunidades pré-históricas atribuíam à água. Ao erguerem essas pedras com dragões em pontos-chave ao longo dos sistemas hídricos naturais, as comunidades não apenas santificavam a terra, mas também demonstravam uma profunda compreensão da gestão de bacias hidrográficas. Os monumentos eram símbolos religiosos tanto quanto indicadores de recursos essenciais, ressaltando o papel da água como força vital.
Com o passar do tempo, a tradição das pedras com dragões continuou e evoluiu. Em sítios como Tirinkatar, no Monte Aragats, com a maior concentração conhecida de vishaps (doze), civilizações posteriores acrescentaram suas próprias camadas de significado. O Reino de Urartu inscreveu escrita cuneiforme em pedras já existentes, e comunidades cristãs esculpiram cruzes e motivos religiosos séculos depois. Essa continuidade demonstra a importância espiritual duradoura desses sítios em meio às transformações culturais e religiosas.

Além de sua importância regional, o estudo traz novas perspectivas sobre as sociedades pré-históricas em todo o mundo. Ao integrar os vishaps com outras paisagens sagradas de alta altitude, os pesquisadores argumentam que os monumentos armênios retratam um desejo humano compartilhado de correlacionar a construção monumental com práticas de culto que exigem esforço coletivo. As pedras do dragão, portanto, não são curiosidades, mas refletem uma visão de mundo pré-histórica sofisticada que girava em torno da água como centro da vida e da religião.
A pesquisa interpreta as pedras do dragão não como relíquias aleatórias, mas como evidência de uma tradição organizada e altamente simbólica. Para o povo que as esculpiu e ergueu há seis mil anos, tais monumentos eram mais do que feitos de engenharia; eram conexões sagradas entre montanhas, água e vida humana — uma demonstração da imaginação cultural das primeiras sociedades da Armênia.
Foto.: Beto Barata/ PL (Beto Barata/ PL/Divulgação)
30/03/2026 | 2 min para saber
Para Valdemar, as mulheres são “muito melhores” do que
homens “em todos os sentidos” e começaram a se “interessar mais” por política
depois que a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro começou a liderar a ala
feminina da sigla, o PL Mulher.
Na mesma ocasião, Valdemar voltou a dizer aos empresários
que o ex-presidente Jair Bolsonaro deveria ter escolhido, no contexto das
eleições de 2022, a senadora e ex-ministra da Agricultura Tereza Cristina
(PP-MS) para disputar a vice presidência ao seu lado. Na época, Bolsonaro
disputou o pleito ao lado do ex-ministro da Defesa, o general Walter Souza
Braga Netto.
Segundo Valdemar, contudo, Braga Netto não trouxe “um voto”
para Bolsonaro, o que teria contribuído para sua derrota para o presidente
Lula.
“Vai ser como a eleição passada, com o Bolsonaro. Nós
tínhamos um grande problema com as mulheres, por causa da pandemia, e o
Bolsonaro insistia em manter Braga Netto de vice, que não trazia um voto para
ele. Torço agora pro Flávio escolher uma mulher de vice, porque as mulheres
estão se interessando mais por política, graças ao trabalho da Michelle no PL
Mulher (…). Flávio não tocou esse assunto ainda pra frente, temos muito tempo
ainda pela frente, nós vamos ter que definir isso aí e torço para que seja uma
mulher, porque as mulheres são muito melhores do que os homens em todos os
sentidos”, declarou.
As declarações foram dadas em evento promovido pelo grupo
LIDE Empresarial e faz parte da série “Cenários do Brasil 2026”, com o objetivo
de reunir uma vez ao mês, até julho, presidentes de cada partido,
representantes do setor produtivo, empresários, executivos e autoridades para
debater os rumos políticos, institucionais e econômicos do país no horizonte do
próximo ciclo eleitoral.
Por Alana Aretha
Com informações de VEJA
30 de março de 2026 - 2 minutos para saber
Data da entrevista dia 31/03/2026
a partir das 8h30.
Ligue – (35) 3690-4103 no dia 30/03 para agendar seu horário a partir das 13h as 17h.
Segue as Vagas e as funções:
Operador de Máquinas
Operador de Produção
Vendedor Interno
Técnico em eletrônica
Inspetor de Produção
Auxiliar de Serviços Gerais
Vaga para PCD
Horários :diurno e noturno
30 de março de 2026 - 3 minutos para saber
O
CESUL – Conselho Empresarial do Sul de Minas realizou, no último dia 27
de março de 2026, o seu 64º encontro, reafirmando seu papel como um
espaço estratégico de diálogo entre lideranças regionais. A reunião teve
como tema central as relações comerciais entre Brasil e Índia, trazendo
uma análise qualificada sobre as oportunidades de negócios com o país
asiático, atualmente uma das economias mais dinâmicas do mundo.
O
debate contou com a participação de Eduardo Lima, representando o LIDE
India, e Guilherme Mota, da Câmara de Comércio Índia-Brasil. Durante o
encontro, os especialistas apresentaram um panorama atualizado da
balança comercial entre os países e destacaram caminhos para a ampliação
das exportações e importações, evidenciando setores promissores e
possibilidades de cooperação bilateral.
A
discussão foi enriquecida pela presença de executivos com atuação
global, como Marcelo Leite, presidente da América do Sul InoxCVA, além
de Lalit Sawantpatel e Maurício Mascarenhas, representantes da ACG,
empresa de origem indiana. As contribuições trouxeram uma visão prática
do ambiente de negócios internacional e das conexões possíveis entre
empresas brasileiras e indianas.
Mais
do que apresentar um cenário global, o encontro reforçou o papel do
CESUL como articulador do desenvolvimento regional, ao promover a
integração entre o setor produtivo, o poder público e a academia. Ao
estimular debates estratégicos e aproximar lideranças em torno de
oportunidades concretas, o conselho contribui para o fortalecimento do
ambiente de negócios e para a inserção do Sul de Minas em dinâmicas
econômicas globais.
Dando
continuidade a essa agenda estratégica, o CESUL já projeta seus
próximos passos para 2026. Ao longo do ano, serão realizados encontros
com os quatro principais candidatos ao governo de Minas Gerais, criando
um espaço qualificado para a apresentação de propostas diretamente aos
empresários e lideranças da região. A programação será encerrada com uma
reunião dedicada à análise do cenário político e econômico de 2027,
oferecendo uma visão antecipada dos desafios e oportunidades que
impactarão o ambiente de negócios.
Sobre o CESUL
O Conselho Empresarial do Sul de Minas (CESUL) atua como um fórum permanente de discussão e articulação entre lideranças empresariais, políticas e acadêmicas, com o objetivo de impulsionar o desenvolvimento sustentável da região.
Com ASCOM/UNIS
| Marcos Antonio Batista, o Marquinho Batista |
30 de março de 2026 - 2 minutos para saber
Faleceu na manhã desta segunda-feira, no Hospital Beneficência Portuguesa, em São Paulo, Marcos Antônio Batista, Marquinho Batista, aos 77 anos, atual diretor administrativo do Serviço Municipal e de Organização de Luto (SEMUL), autarquia pertencente à Prefeitura de Varginha.
Marquinho lutava contra câncer e deixa viúva a sra.Lenilda Carneiro Batista e os filhos Leandro, Cinthia, Nídia e Heveline.
Ele tinha extenso currículo profissional com formação técnica em Organização Social, vasta experiência no serviço público tendo sido, na Prefeitura de Varginha, Secretário de Bem Estar Social, Saúde, Agricultura e de Administração, Chefe de Gabinete e Gerente de Relações com a Comunidade e Orçamento Participativo;
Em Três Pontas foi secretário Municipal de Promoção Social e secretário de Administração;
Em Candeias (MG), voi assessor Especial de Governo da Prefeitura;
Em nível estadual, foi Gerente de Projeto pelo Ministério da Agricultura em Minas Gerais e assessor Parlamentar na Assembleia Legislativa de Minas Gerais.
Marquinho Batista também fez parte da coordenação de diversas campanhas políticas vitoriosas. Dono de uma risada inconfundível, proferia discursos com facilidade.
O prefeito Leonardo Ciacci lamenta a irreparável perda e se solidariza com os familiares.
Mais detalhes serão divulgados.
Com informações da ASCOM/PMV
30 de março de 2026 - 2 minutos para saber
O chamado espasmo hípnico é um fenômeno comum que ocorre na transição entre a vigília e o sono, provocando a sensação de queda ou um “tranco” no corpo. Ele acontece quando o organismo relaxa rapidamente e o cérebro interpreta esse processo como um possível risco, enviando um impulso que desperta a pessoa.
Durante o início do sono, funções como respiração, batimentos cardíacos e atividade muscular diminuem. Quando essa desaceleração ocorre de forma brusca, o sistema nervoso reage com uma descarga involuntária, causando contração muscular e sensação de alerta.
Esse susto é geralmente inofensivo e faz parte do funcionamento natural do corpo. No entanto, pode se tornar mais frequente com fatores como estresse, ansiedade, consumo de cafeína, falta de sono e uso excessivo de telas antes de dormir.
Para reduzir os episódios, especialistas recomendam manter uma rotina regular de sono, evitar estimulantes à noite e adotar hábitos relaxantes. Apesar de assustador, o fenômeno não indica problema de saúde na maioria dos casos, sendo apenas uma reação natural do cérebro durante o processo de adormecer.
| Imagem ASCOM/UNIS |
30 de março de 2026 - 3 minutos para saber
O
Grupo Unis realizou, na última sexta-feira (27), na Cidade
Universitária, em Varginha, a Cerimônia da Beca da primeira turma do
curso de Direito do Unis em Varginha. O evento marca um momento
histórico para a instituição e para a formação jurídica na região.
A
cerimônia reuniu autoridades acadêmicas, representantes do sistema de
justiça, professores, estudantes e familiares. O ato integra o percurso
formativo e antecede a colação de grau, simbolizando a transição dos
alunos para a etapa final do curso e para o exercício das
responsabilidades próprias das carreiras jurídicas.
O
patrono da turma foi o presidente da 20ª Subseção da OAB/MG, Dr.
Guilherme Tadeu Ramos Maia, escolhido por ser referência profissional e
institucional na região.
Durante
a solenidade, o reitor do Unis, Prof. Felipe Flausino de Oliveira,
destacou a importância da formação jurídica para a sociedade e para o
desenvolvimento regional. Segundo ele, a primeira turma representa não
apenas a implantação do curso, mas também o fortalecimento do
compromisso institucional com a excelência acadêmica e com a
transformação social por meio do Direito.
O
vice-reitor, Prof. Dr. Ricardo Morais Pereira, ressaltou o caráter
histórico do momento e o simbolismo da beca. De acordo com ele, a
cerimônia marca uma fase de transição, na qual os estudantes se
aproximam da conclusão do curso e passam a assumir, de forma mais
consciente, a responsabilidade pública inerente ao exercício do Direito.
A
Cerimônia da Beca é reconhecida como um rito acadêmico que antecede a
formatura. Nesse momento, os estudantes assumem, simbolicamente, o
compromisso com os princípios éticos e jurídicos que orientarão sua
atuação profissional.
Para
o patrono, Dr. Guilherme Tadeu Ramos Maia, o Direito exige mais do que
conhecimento técnico. Ele destacou a necessidade de sensibilidade,
responsabilidade e compromisso com a verdade e com a justiça,
ressaltando que as carreiras jurídicas são, acima de tudo, um serviço à
sociedade.
A
programação incluiu o juramento dos estudantes, a imposição simbólica
da beca por padrinhos escolhidos pelos acadêmicos e o discurso do
representante da turma.
Com a cerimônia, o Unis reforça seu compromisso com a formação de profissionais qualificados, éticos e preparados para atuar nas diversas áreas do Direito, contribuindo para o fortalecimento das instituições e para o desenvolvimento social da região.
Fonte: ASCOM/UNIS
Entidade não aplica nenhuma medida de restrição para homens transgêneros em disputas oficiais da entidade
O Comitê Olímpico Internacional anunciou na última quinta-feira uma nova política de teste de gênero para determinar a elegibilidade de atletas olímpicas à categoria feminina. A medida, que inclui um teste biológico de gênero, exclui a participação de mulheres trans em competições chanceladas pelo órgão a partir de 2028. Contactado pelo ge, o COI afirmou, porém, que as medidas não serão aplicadas em provas masculinas.
- A política se aplica especificamente a categoria feminina, que é definida como a "categoria competitiva designada para atletas que são biologicamente mulheres". Isso não introduz novas regras de elegibilidade para a categoria masculina. Atletas que não são elegíveis para a categoria feminina continuam a ser incluídos em todas as outras classificações em que se enquadram, incluindo qualquer categoria masculina ou categoria aberta a ambos os gêneros, onde essas existem - disse o pronunciamento oficial do COI ao ge.
Entenda a nova política de testagem de gênero do COI
O Comitê Olímpico Internacional anunciou nesta quinta uma nova política de teste de gênero para determinar a elegibilidade de atletas olímpicas à categoria feminina. Cada atleta poderá fazer o teste apenas uma vez na vida.
A medida valerá para todas as modalidades olímpicas, individuais ou coletivas e para os Jogos da Juventude, disputado por atletas adolescentes. A elegibilidade à categoria feminina será determinada por um teste que determina a presença ou a ausência do gene SRY (em inglês, Sex-determining Region Y), que atua como desencadeador do desenvolvimento masculino.
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Kirsty Coventry afirma que testagem de gênero valerá para atletas de todas as idades em competições oficiais do COI — Foto: Luca Bruno - Pool /Getty Images
Resultados negativos para o gene SRY serão aceitos como prova de que a pessoa poderá competir na categoria feminina, sem precisar passar por novos exames. No entanto, em caso de resposta positiva, não haverá outra chance para testes.
O COI afirmou que a decisão foi tomada com base em evidências científicas, em estudos liderados por Jane Thornton, diretora de saúde e ciência do COI. Além disso, a entidade alega que o rastreamento deste gene é feito por métodos menos invasivos, como pela coleta de saliva ou de sangue.
Ao ser questionada, presidente a presidente do COI Kirsty Coventry, afirmou que a implementação do teste de gênero que bane atletas trans de eventos olímpicos não teve influência do presidente americano Donald Trump. O atual presidente dos EUA já havia assinado uma ordem executiva que proibia a participação de atletas transgênero nas competições esportivas do país.
Por Clara Casé — Rio de Janeiro/GE