
divulgação
Por trás do número pomposo está a realidade amarga: o crescimento não vem de uma economia pujante ou de produtividade real, mas principalmente de aumentos de alíquotas, mudanças legislativas recentes, maior fiscalização e uma carga tributária que já beira níveis insustentáveis, espremendo famílias, empresas e o setor produtivo num país que segue entre os mais tributados do mundo em relação ao que entrega em retorno.
Enquanto o governo exibe o recorde como troféu de “gestão responsável”, o cidadão comum vê seu salário derreter entre IR, INSS, ICMS, PIS/COFINS e uma infinidade de tributos ocultos, sem que isso se traduza em saúde decente, educação de qualidade, segurança ou infraestrutura, apenas em mais gastos públicos, rombos disfarçados e uma burocracia que trata o pagador de impostos como vaca leiteira eterna.
Esse “sucesso” fiscal é, na verdade, o sintoma de um