terça-feira, 24 de março de 2026

R$ 222 BILHÕES EM FEVEREIRO: GOVERNO CELEBRA ESFOLAMENTO RECORDE DO PAGADOR DE IMPOSTOS

 

Impressionantes R$ 222 bilhões em Fevereiro: governo celebra esfolamento recorde do pagador de impostos

divulgação

A Receita Federal celebrou nesta terça-feira (24) mais um recorde histórico de arrecadação, com R$ 222 bilhões em fevereiro, o maior valor para o mês em toda a série histórica, como se fosse motivo de orgulho nacional um Estado que suga cada vez mais do bolso do pagador de impostos para financiar sua máquina inchada e ineficiente.


Por trás do número pomposo está a realidade amarga: o crescimento não vem de uma economia pujante ou de produtividade real, mas principalmente de aumentos de alíquotas, mudanças legislativas recentes, maior fiscalização e uma carga tributária que já beira níveis insustentáveis, espremendo famílias, empresas e o setor produtivo num país que segue entre os mais tributados do mundo em relação ao que entrega em retorno.

Enquanto o governo exibe o recorde como troféu de “gestão responsável”, o cidadão comum vê seu salário derreter entre IR, INSS, ICMS, PIS/COFINS e uma infinidade de tributos ocultos, sem que isso se traduza em saúde decente, educação de qualidade, segurança ou infraestrutura, apenas em mais gastos públicos, rombos disfarçados e uma burocracia que trata o pagador de impostos como vaca leiteira eterna.

Esse “sucesso” fiscal é, na verdade, o sintoma de um 

modelo
 exaurido: quanto mais o Estado arrecada recordes, mais evidencia sua incapacidade crônica de gerir com eficiência o que já rouba, perpetuando o ciclo vicioso de mais impostos para cobrir ineficiências, corrupção e populismo fiscal que sufocam o crescimento verdadeiro do Brasil.