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10 de agosto de 2026 - 2 minutos para saber
O sinal de Wi-Fi pode sofrer interferências de diversos fatores dentro de uma residência, inclusive da presença de pessoas. Como o corpo humano é composto por cerca de 70% de água, ele pode absorver parte das ondas de rádio e reduzir a intensidade do sinal.
Além disso, muitos aparelhos conectados simultaneamente, paredes de concreto, lajes, espelhos, eletrodomésticos, caixas-d’água e redes Wi-Fi vizinhas podem prejudicar a qualidade da conexão.
Para melhorar o desempenho, especialistas recomendam instalar o roteador em local elevado, centralizado e livre de obstáculos, além de utilizar a frequência de 5 GHz para dispositivos próximos e 2,4 GHz para equipamentos mais distantes.
Em imóveis grandes, a instalação de pontos de acesso adicionais conectados por cabo pode ser mais eficiente que um único roteador potente. Também é importante manter os equipamentos atualizados, utilizar senhas fortes e, quando possível, separar dispositivos como câmeras e TVs em redes diferentes.
O problema, porém, nem sempre está no roteador: aparelhos antigos, repetidores, cabos, plano de internet e até a capacidade do celular ou computador de transmitir o sinal de volta também podem limitar a conexão.
Em resumo: a qualidade do Wi-Fi depende da combinação entre posicionamento do roteador, quantidade de dispositivos, obstáculos físicos, interferências externas e capacidade dos equipamentos.