12/01/2026 | 4 min para saber
Eu, *Vitório Pacaccini*, venho a público manifestar meu mais veemente e absoluto repúdio à mentira levianamente propagada no documentário exibido pela Rede Globo - pertinente á nossa Pesquisa em Varginha, no qual, de forma irresponsável e jamais imaginada por mim ou pela comunidade ufológica brasileira, tentou-se imputar à minha pessoa a falsa acusação de que eu teria oferecido ou pago valores a militares para que prestassem depoimentos orientados ou direcionados no âmbito da Pesquisa do Incidente em Varginha.
| *Vitório Pacaccini* |
Declaro, de forma clara, objetiva e categórica, que jamais paguei um centavo a quem quer que seja, muito menos induzi, orientei ou manipulei qualquer testemunha a dizer aquilo que eu desejava ouvir. Tal acusação é inteiramente falsa, absurda e desprovida de qualquer lastro na realidade, configurando grave ofensa à minha honra, à minha trajetória e à seriedade do trabalho desenvolvido ao longo de três décadas.
Ressalto, ainda, que sempre deixei absolutamente claro, desde o primeiro contato com testemunhas e seus familiares, que a segurança física, emocional e institucional de todos era prioridade.
Por esse motivo, sempre orientei que, caso em algum momento se sentissem ameaçados, coagidos ou em situação de risco, poderiam negar ou silenciar sobre informações anteriormente prestadas, sem que isso jamais resultasse em qualquer recriminação por parte minha ou de meus colegas de pesquisa.
Causa profunda indignação constatar que o produtor do referido documentário tenha optado por dar voz a indivíduos nefastos, já excluídos do meio ufológico brasileiro, que se aproveitaram de maneira oportunista e desonesta da situação para tentar denegrir minha imagem, bem como a de todos aqueles que, com seriedade e coragem, contribuíram para o esclarecimento do Incidente em Varginha.
A alegação feita por um ex-militar, de que eu teria oferecido “muito dinheiro” por seu depoimento, é uma mentira grotesca e inacreditável, a qual tenho absoluta convicção de que não seria sustentada diante de mim, "frente a frente". É plausível que tal narrativa tenha sido motivada por instigação de terceiros de má-fé, responsáveis por indicá-lo à produção do documentário, bem como pelo receio de eventuais responsabilizações legais por parte do alto comando do exército brasileiro, mesmo décadas após os fatos, levando-o a tentar forjar uma defesa tão frágil quanto mentirosa.
Reitero que o *Incidente em Varginha* sempre foi investigado com postura ética, respeito absoluto às testemunhas e rigor metodológico, o que explica, inclusive, os resultados sólidos alcançados ao longo dos anos, permitindo o esclarecimento de grande parte das operações militares realizadas na cidade de Varginha, que culminaram na captura de seres não humanos.
Por fim, afirmo que minha consciência permanece absolutamente tranquila. Eu e meus honrados colegas de pesquisa seguiremos firmes, sem medo da verdade, convictos de que ela resiste ao tempo, às tentativas de distorção e às narrativas construídas na base da má-fé.
Sendo o que se apresenta para o momento.
Sou, atenciosamente,
*Vitório Pacaccini*