segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

VIAGRA FEMININO PROMETE AUMENTAR O DESEJO SE*XUAL DAS MULHERES

Reprodução/ Redes Sociais

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12 de janeiro de 2026 | 3 min para saber

Apelidado de “Viagra feminino”, o medicamento Addyi voltou ao debate após ter seu uso ampliado para mulheres na menopausa. A pílula rosa é indicada para o tratamento do transtorno do desejo sexual hipoativo, condição caracterizada pela queda persistente da libido acompanhada de sofrimento emocional.

Lançado há cerca de dez anos, o Addyi foi comparado ao Viagra, remédio que revolucionou o tratamento da disfunção erétil masculina no fim dos anos 1990. 

A semelhança, porém, é mais simbólica do que científica. Enquanto o Viagra age aumentando o fluxo sanguíneo no órgão se/xual, o Addyi atua no cérebro, interferindo em neurotransmissores ligados ao desejo.

Inicialmente aprovado apenas para mulheres antes da menopausa, o medicamento passou a ser autorizado também para algumas mulheres pós-menopausa, com menos de 65 anos, diagnosticadas com o transtorno. A mudança deu novo fôlego ao produto e foi comemorada pela indústria farmacêutica como um avanço na atenção à saúde sexual feminina.

Especialistas, no entanto, alertam que o remédio não é uma solução imediata nem funciona para todas. Estudos indicam que os efeitos são modestos e variam de pessoa para pessoa. Além disso, o uso pode causar efeitos colaterais como tontura, sonolência, náusea e queda de pressão, especialmente quando associado ao consumo de álcool.

COM INFORMAÇÕES DE @VIACERTA