Reprodução/RecordTV
16/01/2026 | 4 min de leitura
O encontro entre Bruno Fernandes e o filho, Bruno
Samúdio, conhecido como Bruninho, foi cancelado de última hora pelo ex-goleiro.
A reunião havia sido organizada pela avó e pela madrinha do adolescente, após o
próprio Bruno pai enviar mensagens pedindo oportunidade para conversar com o
filho.
O caso culminou no desaparecimento e na morte de Elisa Samúdio, em 2010, crimes
pelo qual Bruno foi condenado.
Bruninho, hoje com 15 anos e 1,91 metro de altura, é goleiro das categorias de
base do Botafogo e já foi convocado para a Seleção Brasileira Sub-16. Ele
afirmou que aceitou ouvir o pai para “encerrar um ciclo”, mas acabou recebendo
a notícia do cancelamento do encontro horas antes da reunião.
Segundo a avó, Sônia, o adolescente passou mal com febre durante a madrugada e
quase não conseguiu treinar no dia seguinte. A avó e a madrinha relataram que o
jovem havia se preparado emocionalmente para questionar o pai sobre o paradeiro
do corpo de Elisa.
O corpo nunca foi encontrado e a justiça considerou, com base em provas e
depoimentos, que Elisa foi sequestrada, agredida e assassinada por determinação
de Bruno, com participação de terceiros, motivado pela tentativa de impedir o
reconhecimento da paternidade e evitar o pagamento de pensão alimentícia. O
caso ganhou repercussão nacional e permanece sem desfecho sobre o destino dos
restos mortais da vítima.
Mesmo com o passado traumático, Bruninho havia decidido dar ao pai a
oportunidade de explicar sua versão. A madrinha afirmou que o garoto pretendia
dizer diretamente a Bruno que retiraria todos os processos e ações civis se
recebesse informações que permitissem localizar o corpo da mãe. O adolescente
queria a possibilidade de enterrar Elisa e encerrar o luto que vive desde o
nascimento.
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Fonte:Conexaopoliticabrasil