| Reprodução/Ilustração |
19/01/2026 | 3 min de leitura
A negativa foi baseada em análise da Comissão Nacional de Incorporação de
Tecnologias no SUS (Conitec), que considerou critérios como evidências científicas,
impacto financeiro e custo-efetividade. Segundo o órgão, o alto custo do
imunizante inviabiliza, neste momento, a incorporação à rede pública de saúde.
A vacina foi desenvolvida para evitar a reativação do vírus varicela-zóster, o
mesmo responsável pela catapora. Após a infecção inicial, o vírus permanece
adormecido no organismo e pode voltar a se manifestar anos depois,
principalmente em idosos ou pessoas com baixa imunidade.
Embora reconheça a eficácia da vacina, o Ministério da Saúde afirmou que seguirá
monitorando novas evidências e condições econômicas que possam permitir a
inclusão futura do imunizante no calendário do SUS.
Com G1