O texto comenta uma mensagem divulgada pelo Conselho Permanente da CNBB sobre as eleições de 2026, na qual a entidade afirma que a Igreja Católica não apoia candidatos nem partidos e que sua missão é promover a dignidade humana e o bem comum à luz do Evangelho.
Em seguida, o autor critica esse posicionamento, afirmando que a CNBB deveria fazer um "mea culpa" pelo suposto apoio de integrantes da Igreja ao PT, ao presidente Lula e a outros candidatos de esquerda ao longo das últimas décadas.
O texto também sustenta que a Igreja tem o dever de denunciar candidatos cujas propostas sejam contrárias aos princípios da doutrina católica, citando temas como aborto, invasão de propriedades, fortalecimento do Estado em detrimento da família e restrições ao direito de propriedade.
Por fim, o artigo classifica a nota da CNBB como insuficiente e defende que a Igreja adote uma postura mais firme diante do cenário político, evocando a atuação de figuras bíblicas, como João Batista, e o ensinamento de São Pio X sobre a restauração de uma sociedade orientada pelos princípios católicos, iniciando esse processo pela conversão dos fiéis.