24 de fevereiro de 2026 - 3 minutos para saber
O Concurso Internacional de Redação de Cartas para Jovens é promovido anualmente pela União Postal Universal (UPU), agência especializada da Organização das Nações Unidas (ONU) que coordena políticas e serviços postais entre as nações e o sistema postal internacional. O certame tem o objetivo de fomentar a escrita e a alfabetização, incentivando a expressão da criatividade e o desenvolvimento dos conhecimentos linguísticos de crianças e adolescentes. No Brasil, a realização do concurso fica a cargo dos Correios e é desenvolvido em três fases: escolar, estadual e nacional. A primeira melhor redação de cada estado segue para a fase nacional, onde serão selecionadas as três melhores cartas. A primeira colocada irá representar o Brasil na fase internacional, que fica a cargo da UPU. Premiação – O estudante autor da melhor redação na fase nacional recebe prêmio de R$ 7.500 em dinheiro e sua escola, R$ 7.875. O segundo e o terceiro colocados da etapa nacional também recebem premiação, de R$ 6 mil e R$ 4.500, respectivamente – e suas escolas recebem R$ 6.375 e R$ 4.875. Na fase regional, o prêmio é de R$ 1.725 para o autor da melhor redação e de R$ 1.875 para sua escola. Histórico – O Brasil é o segundo país mais bem colocado, com 3 medalhas de ouro (1972, 1988 e 2006), 2 de prata (1978 e 1980), 2 medalhas de bronze (1992 e 2015) e 7 menções honrosas (2009, 2012, 2016, 2017, 2018, 2023 e 2025). O país só fica atrás da China, que possui 5 medalhas de ouro. Na última edição, em 2025, foram 3.241 cartas encaminhadas, sendo 2.158 escolas participantes. Destas, 739 eram de particulares e 1419, públicas. O Brasil ganhou menção honrosa com a carta de Beatriz Kfouri Azevedo, aluna da escola Canadense Bilíngue - Maple Bear de Aracajú, em Sergipe. A carta vencedora da etapa internacional foi de um estudante da Turquia. Por meio do Concurso Internacional de Redação de Cartas, os Correios fortalecem sua atuação como agentes públicos do governo federal, por meio de ações voltadas para a educação de jovens, e reforçando o importante papel de responsabilidade social que a estatal vem desenvolvendo junto à sociedade. Mais informações estão disponíveis na página do concurso, no site dos Correios. Correios - Os Correios, líderes no segmento logístico e de entrega de encomendas no Brasil e responsáveis pela atividade postal nacional, são uma empresa pública moderna, com a missão de promover a integração nacional, contribuindo com o governo no desenvolvimento socioeconômico, conectando pessoas, instituições e negócios. Com mais de 360 anos de história e presente em 100% dos municípios do País, a estatal possui a maior infraestrutura logística da América Latina: uma rede de atendimento de mais de 10 mil agências, mais de 8 mil unidades operacionais, 23 mil veículos e mais de 80 mil empregadas e empregados diretos. Para mais informações, acesse: www.correios.com.br. Quer receber novidades direto no seu zap? Siga o canal dos Correios no WhatsApp e fique por dentro de tudo que acontece na maior empresa de logística da América Latina! Acesse: https://whatsapp.com/channel/029VaZRxRt1CYoQxS2JD236. |
A medida atinge principalmente bens de capital — como máquinas e equipamentos industriais — além de produtos de informática e telecomunicações. Em alguns casos, as alíquotas foram reajustadas em até 7,2 pontos percentuais.
A decisão gerou críticas de importadores e representantes do comércio, que alertam para possíveis perdas de competitividade e risco de repasse de custos ao consumidor, com impacto inflacionário. Para esses setores, o encarecimento de insumos e equipamentos pode afetar tanto empresas quanto o mercado final.
O Ministério da Fazenda, no entanto, argumenta que o objetivo é proteger a indústria nacional diante do avanço acelerado das compras externas. Segundo nota técnica divulgada pela pasta, as importações de bens de capital e de informática cresceram 33,4% desde 2022.
Ainda de acordo com o ministério, esses produtos passaram a representar mais de 45% do consumo interno em dezembro do ano passado, índice considerado preocupante pelo governo. Na avaliação da equipe econômica, o aumento da dependência externa pode fragilizar segmentos estratégicos, comprometer etapas da cadeia produtiva e gerar retrocessos tecnológicos de difícil reversão.
A Fazenda classifica o reajuste como uma ação “moderada e focalizada”, destinada a reequilibrar preços, reduzir o que considera concorrência desleal e diminuir a dependência do país em áreas estratégicas.
O governo também sustenta que a medida está em sintonia com o cenário internacional, destacando que diversas nações vêm reforçando mecanismos de proteção setorial e adotando instrumentos contra práticas como dumping.
Dados oficiais apontam que, no ano passado, os principais fornecedores desses produtos ao Brasil foram os Estados Unidos (US$ 10,18 bilhões, 34,7% de participação), a China (US$ 6,18 bilhões, 21,1%), Singapura (US$ 2,58 bilhões, 8,8%) e a França (US$ 2,52 bilhões, 8,6%).
