segunda-feira, 9 de março de 2026

QUANTAS PLACAS SOLARES EU PRECISO PARA MANTER O AR-CONDICIONADO LIGADO SEM MEDO DA CONTA DE LUZ?


09 de março de 2026 - 3 minutos para saber

Com o aumento das temperaturas em 2026, muitas famílias buscam na energia solar uma forma de manter o ar-condicionado ligado sem elevar a conta de luz. Em uma casa média com 3 ou 4 aparelhos de 12.000 BTUs funcionando cerca de 8 horas por dia, são necessárias aproximadamente 10 a 20 placas solares de alta potência (entre 550 Wp e 665 Wp) para compensar o consumo de energia.

Um ar-condicionado split inverter de 12.000 BTUs consome em média 1,1 kWh por hora. Usado por 8 horas diárias, chega a cerca de 264 kWh por mês. Em uma residência com quatro aparelhos, o gasto mensal apenas com refrigeração pode ultrapassar 1.050 kWh. Modelos inverter economizam entre 30% e 40% em comparação aos aparelhos tradicionais.

A quantidade de painéis varia conforme o uso e a região. Exemplos estimados para placas de 550 Wp incluem:

  • 1 quarto com ar-condicionado: 3 a 4 placas

  • 2 quartos + sala: 9 a 11 placas

  • Casa com maior consumo: 18 a 20 placas

  • Residências grandes com vários aparelhos: até 25 placas

Fatores como incidência solar, posição do telhado, sombras e eficiência do inversor também influenciam o dimensionamento do sistema. Em regiões com maior radiação solar, como o Nordeste, a geração pode ser até 15% maior.

O investimento em energia solar em 2026 também se tornou mais acessível. Um sistema de 10 kWp com cerca de 18 placas custa entre R$ 40 mil e R$ 55 mil e pode gerar economia mensal próxima de R$ 1.200, permitindo retorno do investimento em 3 a 4 anos.

Além de reduzir a conta de luz, o sistema fotovoltaico valoriza o imóvel, permite produzir energia limpa e pode ser ainda mais eficiente com microinversores e baterias de armazenamento, que possibilitam usar à noite a energia gerada durante o dia.

23 JOGADORES EXPULSOS NA FINAL DO MINEIRO: VEJA VÍDEO DA 'BRIGA' E RELAÇÃO DOS EXPULSOS; ENVOLVIDOS PODEM SER SUSPENSOS DO BRASILEIRÃO E COPA DO BRASIL





Reprodução/Ilustração


09 de março de 2026 - 4 minutos para saber

A súmula da final do Campeonato Mineiro entre Cruzeiro e Atlético, disputada no Mineirão nesse domingo (8/3), confirmou 23 expulsões após a confusão generalizada registrada no fim da partida. O documento foi divulgado na madrugada desta segunda-feira (9) pela arbitragem da partida.

Segundo o árbitro Matheus Candançan (SP), jogadores das duas equipes foram expulsos por agressões durante o tumulto ocorrido após o apito final.

Confusão começou após choque entre Christian e Everson

De acordo com o relato da arbitragem, a confusão teve início após um choque entre Christian, do Cruzeiro, e o goleiro Everson, do Atlético.

Segundo a súmula, o meia cruzeirense atingiu o goleiro quando a bola já estava sob seu controle. “Por atingir com a canela a cabeça de seu adversário de nº 22, com uso de força excessiva e intensidade alta, quando a bola já estava em posse do goleiro. Esclareço que após essa ação teve início uma briga generalizada, não sendo possível apresentar o cartão vermelho”, registrou o árbitro.

Na sequência, Everson reagiu de forma violenta. “Por após receber uma falta, derrubar seu adversário, partir para cima e com brutalidade, atingir com o joelho o rosto do seu adversário de nº 88. Esclareço que após essa ação teve início uma briga generalizada, não sendo possível apresentar o cartão vermelho”.

Árbitro relatou socos e pontapés durante tumulto

Nas demais expulsões, o árbitro utilizou justificativa semelhante para os jogadores envolvidos. “Expulso por, durante a briga generalizada, após o término da partida, desferir e atingir com socos e pontapés seus adversários, não sendo possível apresentar o cartão vermelho devido ao tumulto”.

A confusão ocorreu aos 51 minutos do segundo tempo, já nos acréscimos da partida.

VEJA VÍDEO DE TODA A BRIGA 

Jogadores expulsos do Cruzeiro

De acordo com a súmula, 12 jogadores do Cruzeiro foram expulsos:

  • Cássio
  • Fagner
  • Fabrício Bruno
  • João Marcelo
  • Villalba
  • Kauã Prates
  • Christian
  • Lucas Romero
  • Matheus Henrique
  • Walace
  • Gerson
  • Kaio Jorge

Jogadores expulsos do Atlético

Outros 11 atletas do Atlético receberam cartão vermelho:

  • Everson
  • Gabriel Delfim
  • Preciado
  • Lyanco
  • Ruan Tressoldi
  • Junior Alonso
  • Renan Lodi
  • Alan Franco
  • Alan Minda
  • Cassierra
  • Hulk

Confusão envolveu jogadores das duas equipes

A briga começou após a reação de Everson ao choque com Christian na área do Atlético. Jogadores do Cruzeiro correram em direção ao goleiro, iniciando uma sequência de agressões entre atletas dos dois times.

Durante o tumulto, foram registradas trocas de socos, chutes e empurrões envolvendo diversos jogadores. Seguranças das equipes e policiais militares precisaram entrar em campo para separar os atletas.

Após a situação ser controlada, o árbitro encerrou a partida sem aplicar cartões em campo, registrando as expulsões posteriormente na súmula oficial.



REGULARIZAÇÃO DE IMÓVEL SEM ESCRITURA AGORA É LEI NO BRASIL



regularização de imóveis no Brasil ficou mais simples com a Lei 14.382/2022, que permite formalizar a propriedade sem a necessidade de uma escritura pública tradicional. Agora, o comprador que possui apenas o contrato de compra e venda quitado pode recorrer à adjudicação compulsória extrajudicial diretamente no cartório.

Quando o contrato permite a regularização direta?

Essa modalidade é aplicada quando o imóvel já está totalmente pago, mas o vendedor não pode ou não quer assinar a escritura definitiva. Especialistas do setor jurídico explicam que o procedimento resolve casos onde o antigo dono faleceu, desapareceu ou se recusa injustificadamente a transferir o bem para o nome do atual proprietário.

O processo acontece no Cartório de Registro de Imóveis, onde o oficial analisa a documentação e o histórico da transação. Se todos os requisitos forem preenchidos, o registro é feito no nome do comprador, garantindo a segurança jurídica necessária para venda, financiamento ou herança do patrimônio.

Quais são os documentos exigidos pelo cartório?

Para iniciar o pedido, é fundamental reunir provas robustas da transação e da quitação financeira do imóvel. O cartório exige que o processo seja acompanhado por um advogado, que assinará o requerimento e guiará a coleta das certidões negativas judiciais tanto do comprador quanto do vendedor.

Uma linha curta conecta os principais itens necessários para o seu processo:

  • Contrato de promessa de compra e venda ou cessão de direitos.
  • Comprovantes de pagamento que atestem a quitação total do valor do imóvel.
  • Ata notarial lavrada em Tabelionato de Notas atestando o inadimplemento do vendedor.
  • Comprovante de pagamento do ITBI e certidões de ônus reais atualizadas.

Como funciona o passo a passo da adjudicação?


O primeiro passo é a lavratura da ata notarial, onde o tabelião registra que o vendedor não cumpriu a obrigação de passar a escritura. Depois, o advogado protocoliza o pedido no Registro de Imóveis, onde o oficial fará a prenotação e notificará o vendedor para se manifestar em até 15 dias.

Caso não haja oposição do antigo dono nesse prazo, o oficial de registro averba a adjudicação diretamente na matrícula do imóvel. Se houver alguma discordância fundamentada ou litígio grave, o caso deixa de ser administrativo e deve ser resolvido pela via judicial com o auxílio de um juiz.

Qual o custo estimado para regularizar em 2026?


O investimento para legalizar o bem varia conforme o valor venal do imóvel e as tabelas de custas estaduais vigentes em 2026. Além dos emolumentos do cartório, o proprietário deve considerar o ITBI, que geralmente fica entre 2% e 4% do valor de avaliação, e os honorários do profissional jurídico.

Veja abaixo uma estimativa de custos baseada em valores médios de mercado:

📊 Estimativa de custos para regularização

Valores médios baseados em taxas de mercado e emolumentos
Tipo de gasto
Descrição do custo
Estimativa média
Emolumentos (RGI)
Taxa de registro conforme tabela estadual.
Depende do valor venal
Ata notarial
Documento feito no tabelionato de notas.
Variável por estado
ITBI
Imposto de transmissão municipal.
2% a 4% do bem
Honorários
Serviço do advogado particular especializado.
5% a 10% do bem
📝
Nota: Os percentuais incidem sobre o valor venal ou de mercado do imóvel. Recomenda-se solicitar um orçamento detalhado junto ao cartório de sua região.

Existe diferença entre adjudicação e usucapião?


Na usucapião, é necessário comprovar a ocupação por prazos que variam de 5 a 15 anos, dependendo do caso. A grande vantagem da adjudicação é a rapidez, já que não exige provas de tempo de moradia, apenas a prova do negócio quitado, tornando-se o caminho mais eficiente para quem possui a documentação básica em mãos.

Quais os riscos de manter o imóvel irregular?

Viver em um imóvel sem registro deixa a família vulnerável a disputas de herdeiros do antigo dono ou até a penhoras judiciais por dívidas do vendedor que ainda consta como proprietário. Sem a matrícula atualizada, o imóvel sofre uma desvalorização significativa, dificultando a venda pelo valor real de mercado.

Regularizar a situação formaliza a função social da propriedade e permite que o dono utilize o bem como garantia em empréstimos com juros menores. Consultar o cartório de imóveis local é o primeiro passo para verificar os prazos específicos de 2026 e garantir que seu patrimônio esteja protegido contra qualquer tentativa de venda inválida por terceiros.

Por Guilherme Silva